Livro de Regras 2017 (PDF)

ESTATUTO E ESTRUTURA DA ABRASP

 

1 – Esta é uma entidade não-lucrativa constituída no Rio de Janeiro, com sede no Rio de Janeiro, cujo objetivo principal é promover o esporte do surf a nível profissional, em benefício dos seus associados e dos eventos do Circuito Brasileiro de Surf Profissional.

2 – Todas as normas e decisões financeiras deverão ser tomadas pelos membros do Conselho Executivo da ABRASP na Reunião Anual, a ser realizada durante a última etapa de cada temporada.

3 – Serão eleitos a cada dois anos um Presidente e um vice-presidente na Reunião Anual do Conselho Executivo da ABRASP. Estes cargos serão honorários, sendo os encargos para controle das operações da entidade, realizados através do Diretor Executivo.

4 – Será eleito também o Conselho Executivo da ABRASP para dar suporte ao Diretor Executivo na direção de seus encargos, conforme as determinações da Reunião Anual. O Conselho Executivo deverá reportar-se ao Presidente da ABRASP quanto ao andamento do Circuito Brasileiro, no mínimo três vezes ao ano.

5 – As operações do dia-a-dia da ABRASP serão realizadas por um Diretor Executivo, o qual será selecionado por todo o Conselho Executivo da ABRASP e contratado por um período, segundo um salário considerado adequado às responsabilidades da posição. O Diretor Executivo criará um Orçamento Operacional e estabelecerá Objetivos Anuais mediante consulta com o Presidente, para ratificação com a Diretoria da ABRASP, devendo atuar a Entidade de acordo com os Orçamentos e Objetivos, reportando-se anualmente ao Conselho Executivo da ABRASP. Será mantido pelo Diretor Executivo um escritório da ABRASP e pessoal pertinente, segundo as despesas estabelecidas no Orçamento Operacional, conforme o que for aprovado pelo Conselho Executivo na sua Reunião Anual.

6 – Durante a temporada de competições, o Circuito Brasileiro de Surf Profissional será supervisionado por este mesmo Conselho Executivo, composto por 6 Representantes de Surfistas, 4 Representantes de Associações e/ou Federações Estaduais. O objetivo do Conselho Executivo é dirimir controvérsias à medida que surjam, estabelecer melhorias na definição das regras para a inclusão no Livro de Regras da Entidade e de forma geral, proporcionar um fórum para a fusão de interesses e para o benefício geral do Surf Profissional.

7 – Os Representantes das Associações e/ou Federações no Conselho Executivo da entidade serão selecionados entre os Diretores de cada entidade.

8 – Os Representantes dos Surfistas Profissionais no Conselho Executivo da Entidade serão nomeados mediante uma eleição entre os membros da ABRASP, durante as duas últimas etapas do Circuito Brasileiro Profissional a cada dois anos.

9 – Os representantes das Associações/Federações serão determinados no final de cada temporada pela realização e organização de seus eventos, devendo estar em dia com a entidade. Estes representantes serão escolhidos pela diretoria da ABRASP e surfistas representantes dos atletas para saber quais serão as Associações/Federações que farão parte do Conselho na temporada seguinte.

10 – O mandato dos membros do Conselho Executivo será por dois anos a contar do início do Circuito Brasileiro até o final do mesmo. Não há limite para o número de mandatos que cada membro possa atuar.

11 – As reuniões do Conselho Executivo serão levadas a efeito três vezes ao ano ou em ocasiões especiais, conforme determinem as circunstâncias. O Conselho Executivo terá estas reuniões periódicas para permitir tempo suficiente para a colocação de novas informações e decisões sobre as competições. Será realizada uma Reunião Geral Anual aberta a todos os membros durante a última etapa do Circuito Brasileiro de cada temporada.

12 – As reuniões do Conselho Executivo serão planejadas pelo Diretor Executivo com 1 mês de antecedência da data de sua ocorrência. Serão enviadas as notificações neste sentido a todos os seus membros. Será circulada uma Ordem do Dia e nesta ocasião apenas os itens propostos nesta agenda poderão ser apresentados e discutidos. Somente os itens extraordinários serão discutidos caso não constem na agenda.

13 – Tanto os Representantes dos Surfistas como os Representantes das Associações e/ou Federações poderão eleger por procuração, Membros Alternativos do Conselho Executivo para representá-los, no caso em que estes não possam estar presentes. Se algum dos membros dos Representantes dos Surfistas Profissionais ou dos Eventos não estiver presente na Assembléia Extraordinária ou na Reunião Anual do Conselho Executivo, poderá nomear via carta (procuração) um outro membro presente para votar em seu nome. Caso nenhum membro seja nomeado formalmente, então o seu voto não será contado.

 

CIRCUITO BRASILEIRO DE SURF PROFISSIONAL 2016

 

REGRAS DE APROVAÇÃO

 

A – Para fazer parte do Circuito ABRASP 2016 todos os eventos deverão pagar uma taxa de homologação. Os valores serão definidos pela direção executiva, dependendo de aprovação do Conselho Executivo da entidade.

B – No caso dos Eventos Especiais que não contam pontos para nenhum ranking oficial da ABRASP (campeonatos ecológicos, beneficentes, triagens exclusivamente nacionais de eventos internacionais, campeonatos de equipes, de duplas, etc) será cobrada uma Taxa de Matrícula de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) e a premiação mínima deverá ser de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

C – No caso de um patrocinador propor um evento conflitante com algum já existente, deverá então requerer a data ao Diretor Executivo da ABRASP, que solicitará ao evento atual o pagamento da sua Taxa de Matrícula, para impedir o choque de datas. Deverão ser feitos todos os esforços para manter os eventos já tradicionais e que estes tenham total prioridade às datas estabelecidas. Todavia, o desenvolvimento futuro poderá determinar a sobreposição de datas devido à oferta de patrocinadores de primeira linha conflitantes com eventos já estabelecidos, mas que oferecem um menor volume de premiação.

D – Qualquer evento do Circuito ou eventos novos confirmados pelo Diretor Executivo tem um período para sua realização, exclusivamente, não podendo perder a preferência de data para qualquer outro novo evento que solicite a aprovação no circuito, exceto mediante entendimentos com o Diretor Executivo da ABRASP.

E – Todos os eventos sancionados para o ABRASP TOUR 2016 deverão pagar a taxa de Matrícula até 30 dias que antecede ao início do evento solicitado. Os eventos que não quitarem o saldo devedor até o prazo estipulado serão retirados do calendário e terão as suas datas consideradas disponíveis para eventuais patrocinadores interessados. Para impedir qualquer ocorrência de falta de pagamento da Taxa de Matrícula, fica automaticamente tributada uma multa no valor da mesma.

F – A inclusão de outras categorias que não a profissional nos eventos que compõe o ABRASP TOUR 2016 deverá receber a prévia autorização do Diretor Executivo da entidade. Os fundos coletados com as Taxas de Matrícula dos eventos serão destinados aos Fundos Gerais da ABRASP e usados para cobrir os custos operacionais da entidade.

G – No ano de 2016 o ABRASP Tour será dividido em duas categorias, denominadas “Divisão de Elite” e “Divisão de Acesso”. Na Divisão de Elite competirão os 90 primeiros colocados do ranking de 2015 mais 06 convidados e na Divisão de Acesso os demais competidores ranqueados após a 91.a colocação e profissionais sem pontos.

 

DIVISÃO DE ELITE

1- TAXAS DE MATRÍCULA:

Para receber a homologação no Circuito Brasileiro de Surf Profissional – ABRASP TOUR 2016 na Divisão de Elite os eventos deverão pagar as suas respectivas Taxa de Matrícula por etapa, conforme segue:

Nível 1A – R$60.000,00 de prêmio – Taxa de R$6.000,00

Nível 2A – R$80.000,00 de prêmio – Taxa de R$8.000,00

Nível 3A – R$100.000,00 de prêmio – Taxa de R$10.000,00

 

2 – DIVISÃO DA PREMIAÇÃO DIVISÃO DE ELITE

Masculino

1A – 6.000 pontos

Masculino

2A – 8.000 pontos

Masculino

3A – 10.000 pontos

R$60.000,00 R$80.000,00 R$100.000,00
15.000 20.000 25.000
9.000 12.000 14.000
4.500 6.350 7.300
2.250 2.925 3.400
1.350 1.650 2.300
17º 900 1.300 1.800

3 – VALOR DE TAXAS DE INSCRIÇÃO PARA OS EVENTOS DA DIVISÃO DE ELITE EM 2016

Nível 1A – R$60.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$260,00

Nível 2A – R$80.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$280,00

Nível 3A – R$100.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$300,00

 

4 – VALOR DE TAXA DE FILIAÇÃO PARA OS COMPETIDORES DA DIVISÃO DE ELITE EM 2016

A – O valor da Taxa de Filiação para os surfistas integrantes do grupo de elite do surf brasileiro será de R$300,00 (trezentos reais).

B – A filiação deverá ser paga impreterivelmente até o dia 1º de março de 2016 via depósito bancário na conta da ABRASP, não serão aceitos pagamentos de filiação na praia. Os surfistas que não pagarem no prazo perderão seus pontos relativos ao ano de 2015 e começarão o ano com zero pontos no seeding order.

C – Os surfistas convidados (wild cards) também são obrigados a pagar a filiação para poderem participar dos eventos da elite.

D – Caso um surfista da Divisão de Acesso seja convidado para competir em um evento da Divisão de Elite como wild card ou alternate e o mesmo já tenha pago a filiação da Divisão de Acesso o mesmo pagará somente a diferença da filiação da Divisão de Elite.

E – É totalmente vedada a participação de atletas amadores na Divisão de Elite, sejam como alternates ou convidados (wild cards), mesmo que tenham vagas sobrando após todos os ranqueados serem chamados.

 

5 – SISTEMA DE INSCRIÇÃO PARA EVENTOS DA DIVISÃO DE ELITE

A – O prazo de inscrições para os eventos da divisão de elite será de 30 dias antes da realização de cada etapa. Os surfistas que não fizerem a sua inscrição no prazo perdem a sua vaga para os próximos surfistas de acordo com o ranking de 2015.

B – Regras para reembolso de inscrição:

  • integral se o cancelamento for até 7 dias do início do evento
  • integral se o cancelamento se der a 4 dias do evento, com atestado médico
  • sem reembolso e sem multa se for cancelado um dia antes, mesmo com atestado médico

C – Os atletas que pagarem as suas inscrições com cheques sem fundos ou fizerem depósito de maneira irregular em caixa eletrônico, receberão uma multa no valor do depósito e ficarão suspensos de qualquer evento do ABRASP Tour 2016 até que o débito pendente seja quitado junto à associação. Em caso em que seja constatada má fé do atleta este será julgado pelo Conselho Executivo, podendo sofrer uma pena de multa ou suspensão.

 

6 – SOMA DE RESULTADOS NA DIVISÃO DE ELITE

A – Para efeito de ranking, caso tenhamos até 3 eventos serão somados 100% dos resultados. Caso tenhamos até 5 eventos serão computados os quatro melhores resultados e caso tenhamos entre 6 e 8 eventos serão somados os cinco melhores resultados, independentemente do nível do evento (1A até 3A).

B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: Se a princípio estão sendo contados os cinco melhores resultados, passa-se a somar os quatro melhores; em caso de novo empate, serão somados os três melhores, depois os dois melhores e por fim o melhor resultado; persistindo o empate passa-se aos demais resultados que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação no ranking do ano anterior (2015) será declarado vencedor.

C – Os atletas que participarem de qualquer evento da Divisão de Elite como convidados (“wild cards”) ou “alternates”, terão seus pontos computados no ranking brasileiro da Divisão de Elite.

D – Ao final da temporada 2016 da Divisão de Elite do Circuito Brasileiro de Surf Profissional os surfistas que terminarem entre os 44 melhores (1º ao 44º) terão direito de participarem da Divisão de Elite no ano de 2017.

 

7 – FORMATO DOS EVENTOS DA DIVISÃO DE ELITE

A – Independente do nível do evento que for homologado na Divisão de Elite (1A a 3A) o formato a ser utilizado será o mesmo durante todo ano, a saber:

Round 1 – 24 x 4 (1.os para R4 / 2.os para R3 / 3.os e 4.os para R2 (repescagem)

Round 2 (repescagem) – 12 x 4 (1.os e 2.os para R3 / 3.os e 4.os eliminados)

Round 3 – 12 x 4 (1.os e 2.os para R4 / 3.os e 4.os eliminados)

Round 4 – 12 x 4 (1.os e 2.os para R5 / 3.os e 4.os eliminados)

Round 5 – 8 x 3 (1.os e 2.os para 8.as de Final / 3.os eliminados)

8.as de Final – 8 x 2 (1.os para 4.as de final / 2.os eliminados)

4.as de Final – 4 x 2 (1.os para semifinais / 2.os eliminados)

Semifinais – 2 x 2 (1.os para final / 2.os eliminados)

Final – 1 x 2 definindo campeão e vice

 

 

8 – DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO NA DIVISÃO DE ELITE

COL. 1A

2A

3A

COL. 1A

2A

3A

6000 8000 10000 49º 1440 1920 2200
5160 6880 8400 50º 1412 1880 2000
4380 5840 6600 51º 1380 1840 1980
4020 5360 5800 52º 1352 1800 1960
3660 4880 5200 53º 1320 1760 1940
3500 4664 4900 54º 1292 1720 1920
3332 4440 4600 55º 1260 1680 1900
3168 4224 4400 56º 1232 1620 1880
3000 4000 4200 57º 1200 1600 1860
10º 2928 3904 4000 58º 1172 1560 1840
11º 2852 3800 3980 59º 1140 1520 1820
12º 2772 3696 3860 60º 1112 1480 1800
13º 2700 3600 3720 61º 1080 1440 1780
14º 2604 3504 3680 62º 1052 1400 1760
15º 2552 3400 3570 63º 1020 1360 1740
16º 2480 3304 3460 64º 992 1320 1720
17º 2400 3200 3300 65º 960 1280 1700
18º 2372 3160 3280 66º 948 1264 1670
19º 2340 3120 3260 67º 936 1248 1630
20º 2312 3080 3170 68º 924 1232 1600
21º 2280 3040 3150 69º 912 1216 1570
22º 2252 3000 3120 70º 900 1200 1530
23º 2220 2960 3000 71º 888 1184 1500
24º 2192 2920 2980 72º 876 1168 1470
25º 2160 2880 2900 73º 864 1152 1440
26º 2132 2840 2880 74º 852 1136 1410
27º 2100 2800 2860 75º 840 1120 1380
28º 2072 2760 2820 76º 828 1104 1350
29º 2040 2720 2800 77º 816 1088 1310
30º 2012 2680 2780 78º 536 804 1280
31º 1980 2640 2740 79º 528 792 1220
32º 1952 2600 2720 80º 520 780 1180
33º 1920 2560 2680 81º 512 768 1150
34º 1892 2520 2640 82º 504 756 1100
35º 1860 2480 2620 83º 496 744 980
36º 1832 2440 2580 84º 488 732 920
37º 1800 2400 2520 85º 480 720 900
38º 1772 2360 2480 86º 476 712 880
39º 1740 2320 2420 87º 468 704 840
40º 1712 2280 2380 88º 464 696 820
41º 1680 2240 2360 89º 456 688 780
42º 1652 2200 2340 90º 452 680 760
43º 1620 2160 2320 91º 444 672 740
44º 1592 2120 2300 92º 440 664 720
45º 1560 2080 2280 93º 432 656 700
46º 1532 2040 2260 94º 428 648 680
47º 1500 2000 2240 95º 420 640 670
48º 1472 1960 2220 96º 416 632 660

 

 

9 – REGRAS GERAIS DA DIVISÃO DE ELITE

 

A – Participarão dos eventos da Divisão de Elite em 2016 os 90 primeiros do ranking de 2015 + 6 wild cards (convidados), a saber:

  1. Peterson Rosa (convidado por estar contundido durante todo o ano de 2015)
  2. Convidado do patrocinador
  3. Convidado do patrocinador
  4. Convidado da ABRASP
  5. Convidado da federação local onde se realizará o evento
  6. Convidado da associação de praia onde se realizará o evento

 

B – Para o ano de 2017 o número de surfistas da Divisão de Elite cairá para 64, que serão reclassificados da seguinte maneira:

  1. 44 primeiros colocados da Divisão de Elite de 2016
  2. 10 primeiros colocados da Divisão de Acesso de 2016
  3. 04 convidados (1 ABRASP, 1 patrocinador, 1 federação local, 1 associação local)
  4. 06 campeões estaduais*

(* Obs1: Para que uma federação indique um classificado para a divisão de elite o seu circuito deverá ter pelo menos 3 (três) etapas homologadas pela Divisão de Acesso).

(*Obs2: Caso sobre alguma vaga que seria destinada aos campeões estaduais ela retorna para o ranking da Divisão de Acesso)

 

C – Um atleta nunca poderá abandonar um evento da Divisão de Elite sem uma justificativa plausível. Caso isto ocorra o mesmo será suspenso da etapa seguinte e perderá os pontos e a premiação da etapa que abandonou.

 

D – Um atleta que confirmar sua presença em um evento da Divisão de Elite e não comparecer por qualquer motivo será multado em R$500,00 e perderá seu seeding do evento seguinte da Divisão de Elite.

 

E – Os atletas da Divisão de Elite poderão competir em eventos com premiação de R$5.000,00 desde que sejam eventos realizados no município ou praia em que o mesmo reside e esteja filiado. No caso de um município que tenha várias associações o atleta poderá competir somente em eventos de uma associação, naquela onde for filiado.

 

F – Os atletas da Divisão de Elite poderão competir em eventos com premiação de R$10.000,00 realizados pela sua Federação Local desde que valham pontos para o circuito estadual, nunca para eventos isolados.

 

G – Os atletas da Divisão de Elite que competirem em eventos que não forem homologados pala ABRASP serão multados em R$1.000,00 mais a perda do seeding do evento seguinte da Divisão de Elite em que tomar parte. Em caso de reincidência de um atleta da Divisão de Elite ele perderá a sua vaga pelo restante do ano e terá que competir somente na divisão de acesso com seeding zero.

 

H – Todo e qualquer surfista filiado à ABRASP com idade superior a 35 (trinta e cinco) anos, independentemente de ser integrante da Divisão de Elite ou da Divisão de Acesso estarão liberados para competirem no Circuito Brasileiro Master da CBS, mesmo sem premiação em dinheiro. Esta permissão não é extensiva aos eventos estaduais e/ou que não sejam organizados pela CBS.

 

I – Os atletas profissionais, com menos de 18 anos, estão autorizados a participar do Circuito oficial da Confederação Brasileira de Surf devendo, no entanto, informar via e-mail à ABRASP.

 

J – Os atletas profissionais filiados à ABRASP, sejam eles da Divisão de Elite ou da Divisão de Acesso, no intervalo entre o término de um Circuito e início do Circuito do ano seguinte não poderão, em hipótese alguma, participar de eventos de natureza amadora ou de eventos não homologados pela ABRASP caso contrário serão multados e perderão seu seeding e pré-classificação no evento seguinte que participar, salvo autorização especial do conselho da ABRASP.

 

K – RELAÇÃO DOS 90 SURFISTAS CLASSIFICADOS PARA A DIVISÃO DE ELITE EM 2016 POR ORDEM DE RANKING 2015:

1 Bino Lopes BA
2 Marco Fernandez BA
3 Willian Cardoso SC
4 Krystian Kimerson ES
5 Flavio Nakagima SP
6 Hizunomê Bettero SP
7 Charlie Brown CE
8 Jihad Kohdr PR
9 Thiago Guimarães SP
10 Leonardo Neves RJ
11 David do Carmo SP
12 Robson Santos SP
13 Samuel Igo PB
14 Messias Felix CE
15 Ricardo Ferreira SP
16 Marcos Correa SP
17 Alandreson Martins RJ
18 Renato Galvão SP
19 Bruno Galini BA
20 Deivid Silva SP
21 Alan Jhones RN
22 Luciano Brulher SP
23 Thiago Camarão SP
24 Franklin Serpa BA
25 Matheus Navarro SC
26 Odirlei Coutinho SP
27 Caetano Vargas SC
28 Yage Araujo BA
29 Tomas Hermes SC
30 Dunga Neto CE
31 Magno Pacheco SP
32 Artur Aguiar SP
33 Rafael Teixeira ES
34 Samuel Pupo SP
35 Saulo Junior SP
36 Lucas Silveira RJ
37 Ian Gouveia SC
38 Halley Batista PE
39 José Francisco Fininho PB
40 Geovane Ferreira SP
41 Diego Rosa SC
42 Paulo Moura PE
43 Raoni Monteiro RJ
44 Icaro Rodrigues SP
45 Luan Carvalho SP
46 Odarci Nonato SP
47 Cainã Barletta RS
48 Tales Araujo SP
49 Dodô Veiga SP
50 Sidney Guimarães SP
51 Alex Lima SC
52 Alan Donato PE
53 Douglas Noronha SP
54 Gustavo Bertotto RS
55 Ygor Arakaki SC
56 Tamae Bettero SP
57 Luel Felipe PE
58 Simão Romão RJ
59 Artur Silva CE
60 Luan Wood SC
61 Jean da Silva SC
62 Victor Ribas RJ
63 Weslley Dantas SP
64 Caue Wood SC
65 Gustavo Ramos SC
66 Alcides Lopes Neto SC
67 Leo Andrade BA
68 Heitor Alves CE
69 Rodrigo Wazlawick SC
70 Edgard Groggia SP
71 Frank Cordeiro PE
72 Gustavo Fernandes RJ
73 Lysandro Leandro ES
74 Amani Valentim PR
75 Wesley Leite SP
76 Gustavo Ribeiro SP
77 Peterson Crisanto PR
78 Victor Valentim PR
79 Leandro Bastos RJ
80 Lucas Santos SP
81 Mariano Arreyes RJ
82 Wesley Santos SP
83 Gabriel Farias PE
84 Maxsswell Ribeiro SP
85 Ivan Silva PE
86 Rudá Carvalho BA
87 Anselmo Correia RJ
88 Amando Tenório AL
89 Jesse Mendes SP
90 Fellipe Ximenes SC

 

DIVISÃO DE ACESSO

 

1- TAXAS DE MATRÍCULA:

Para receber a homologação no Circuito Brasileiro de Surf Profissional – ABRASP TOUR 2016 na Divisão de Acesso os eventos deverão pagar as suas respectivas Taxa de Matrícula por etapa, conforme segue:

 

Nível 1A – R$20.000,00 de prêmio – Taxa de R$1.000,00

Nível 2A – R$30.000,00 de prêmio – Taxa de R$1.500,00

Nível 3A – R$40.000,00 de prêmio – Taxa de R$2.000,00

 

2 – DIVISÃO DA PREMIAÇÃO NA DIVISÃO DE ACESSO


Masculino

1A – 1.000 pontos

Masculino

2A – 3.000 pontos

Masculino

3A – 4.000 pontos

R$20.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00
5.250 8.000 12.000
2.750 5.000 6.000
2.250 3.200 4.000
1.750 2.600 3.000
1.200 1.600 2.000
800 1.200 1.400
550 800 1.200
13º 450 600 850

 

3 – VALOR DE TAXAS DE INSCRIÇÃO PARA OS EVENTOS DA DIVISÃO DE ACESSO EM 2016

Nível 1A – R$20.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$200,00

Nível 2A – R$30.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$230,00

Nível 3A – R$40.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$240,00

4 – VALOR DE TAXA DE FILIAÇÃO PARA OS COMPETIDORES DA DIVISÃO DE ACESSO EM 2016

A – O valor da Taxa de Filiação para os surfistas integrantes da Divisão de Acesso será de R$150,00 (cento e cinquenta reais).

 

B – A filiação deverá ser paga antes do primeiro evento do circuito da Divisão de Acesso 2016 em que o atleta tomar parte via depósito bancário na conta da ABRASP, não serão aceitos pagamentos de filiação na praia.

 

C – Só serão computados os pontos aos surfistas da Divisão de Acesso após os mesmos efetuarem o pagamento da sua filiação. Caso um atleta compita em vários eventos sem efetuar o pagamento, quando decidir pagar seus pontos conquistados anteriormente não serão computados, só valerão os pontos conquistados a partir do momento do pagamento da filiação.

 

E – Caso um surfista da Divisão de Acesso seja convidado para competir em um evento da Divisão de Elite como wild card ou alternate e o mesmo já tenha pago a filiação da Divisão de Acesso o mesmo pagará somente a diferença da filiação da Divisão de Elite.

 

D – Não serão aceitas filiações de atletas amadores na Divisão de Acesso, porém os mesmos podem competir nos eventos homologados desta divisão.

 

5 – SISTEMA DE INSCRIÇÃO PARA EVENTOS DA DIVISÃO DE ACESSO

 

A – Cada Federação que irá realizar os eventos da Divisão de Acesso poderá criar o seu próprio método de pagamento e confirmação de inscrição.

 

B – Nos eventos em que a inscrição deva ser paga na praia, caso um competidor confirme e não compareça ao evento o mesmo ficará suspenso automaticamente do restante do circuito da Divisão de Acesso até que a referida inscrição seja quitada com a Federação que realizou o evento.

 

C – Regras para reembolso de inscrição caso o pagamento seja por depósito bancário:

  • integral se o cancelamento for até 7 dias do início do evento
  • integral se o cancelamento se der a 4 dias do evento, com atestado médico
  • sem reembolso e sem multa se for cancelado um dia antes, mesmo com atestado médico

 

D – Os atletas que pagarem as suas inscrições com cheques sem fundos ou fizerem depósito de maneira irregular em caixa eletrônico, receberão uma multa no valor do depósito e ficarão suspensos de qualquer evento do ABRASP Tour 2016 até que o débito pendente seja quitado junto à associação. Em caso em que seja constatada má fé do atleta este será julgado pelo Conselho Executivo, podendo sofrer uma pena de multa ou suspensão.

 

6 – SOMA DE RESULTADOS NA DIVISÃO DE ACESSO

 

A – Para efeito de ranking da divisão de acesso caso o circuito tenha até 3 (três) eventos serão somados 100% dos resultados; se o circuito tiver até 4 (quatro) eventos serão somados os três melhores resultados e caso o circuito tenha acima de 5 (cinco) etapas serão somados os 4 (quatro) melhores resultados, independentemente do número de etapas.

 

B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: Se a princípio estão sendo contados os quatro melhores resultados, passa-se a somar os três melhores; em caso de novo empate, serão somados os dois melhores e por fim o melhor resultado; persistindo o empate passa-se aos demais resultados que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação no ranking do ano anterior (2015) será declarado vencedor.

 

C – Ao final da temporada 2016 os surfistas que terminarem entre os 10 melhores (1º ao 10º) da Divisão de Acesso do Circuito Brasileiro de Surf Profissional terão direito de participarem da Divisão de Elite no ano de 2017.

 

 

7 – FORMATO DOS EVENTOS DA DIVISÃO DE ACESSO

 

A – Para eventos até 40 inscritos

  • 04 ranking local 2015 + 04 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round, prioridade para ranking local e depois ranking ABRASP

 

B – Para eventos de até 48 inscritos

  • 08 ranking local 2015 + 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round, prioridade para ranking local e depois ranking ABRASP

 

C – Para eventos de até 56 inscritos

  • 04 ranking local 2015 + 04 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 48 surfistas no primeiro round, prioridade para ranking local e depois ranking ABRASP

 

D – Para eventos de até 64 inscritos

  • 08 ranking local 2015 + 08 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 48 surfistas no primeiro round, prioridade para ranking local e depois ranking ABRASP

 

E – Para eventos de até 80 inscritos

  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking da ABRASP 2015 no segundo round
  • 48 surfistas no primeiro round, prioridade para ranking local e depois ranking ABRASP

 

F – Para eventos de até 96 inscritos

  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round, prioridade para o ranking local e depois ranking ABRASP

 

G – Para eventos de até 112 inscritos

  • 08 ranking local 2015 + 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 96 surfistas no primeiro round, prioridade para ranking local e depois ranking da ABRASP

 

H – Para eventos de até 128 inscritos

  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round, prioridade para o ranking local e depois ranking da ABRASP

.

I – Para eventos de até 144 inscritos

  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no quarto round
  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 24 ranking local 2015 + 24 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round, prioridade para o ranking local e depois ranking da ABRASP

.

J – Para eventos de até 160 inscritos

  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no quarto round
  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 16 ranking local 2015 + 16 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round, prioridade para o ranking local e depois ranking da ABRASP

.

H – Caso não haja no estado o número de atletas profissionais locais suficientes para serem reclassificados será ser utilizada a ordem abaixo:

– Ranking ABRASP 2015;

– Ranking ABRASP 2016;

– Atletas profissionais sem pontos por ordem de inscrição (chegada);

– Atletas amadores por ordem de inscrição (chegada).

 

 

8 – DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO NA DIVISÃO DE ACESSO

 

COL. 1A 3A

COL

1A 2A 3A
1000 3000 4000 86º 118 354 472
860 2580 3440 87º 116 348 464
730 2190 2920 88º 114 342 456
670 2010 2680 89º 112 336 448
610 1830 2440 90º 110 330 440
583 1750 2332 91º 108 324 432
555 1666 2220 92º 106 318 424
528 1584 2112 93º 104 312 416
500 1500 2000 94º 102 306 408
10º 488 1464 1952 95º 100 300 400
11º 475 1426 1900 96º 99 298 396
12º 462 1386 1848 97º 98 294 392
13º 450 1350 1800 98º 97 292 388
14º 438 1302 1752 99º 96 288 384
15º 425 1276 1700 100º 95 286 380
16º 413 1240 1652 101º 94 282 376
17º 400 1200 1600 102º 93 280 372
18º 395 1186 1580 103º 92 276 368
19º 390 1170 1560 104º 91 274 364
20º 385 1156 1540 105º 90 270 360
21º 380 1140 1520 106º 89 268 356
22º 375 1126 1500 107º 88 264 352
23º 370 1110 1480 108º 87 262 348
24º 365 1096 1460 109º 86 258 344
25º 360 1080 1440 110º 85 256 340
26º 355 1066 1420 111º 84 252 336
27º 350 1050 1400 112º 83 250 332
28º 345 1036 1380 113º 82 246 328
29º 340 1020 1360 114º 81 244 324
30º 335 1006 1340 115º 80 240 320
31º 330 990 1320 116º 79 238 316
32º 325 976 1300 117º 78 234 312
33º 320 960 1280 118º 77 232 308
34º 315 946 1260 119º 76 228 304
35º 310 930 1240 120º 75 226 300
36º 305 916 1220 121º 74 222 296
37º 300 900 1200 122º 73 220 292
38º 295 886 1180 123º 72 216 288
39º 290 870 1160 124º 71 214 284
40º 285 856 1140 125º 70 210 280
41º 280 840 1120 126º 69 208 276
42º 275 826 1100 127º 68 204 272
43º 270 810 1080 128º 67 202 268
44º 265 796 1060 129º 66 198 264
45º 260 780 1040 130º 65 196 260
46º 255 766 1020 131º 64 192 256
47º 250 750 1000 132º 63 190 252
48º 245 736 980 133º 62 186 248
49º 240 720 960 134º 61 184 244
50º 235 706 940 135º 60 180 240
51º 230 690 920 136º 59 178 236
52º 225 676 900 137º 58 174 232
53º 220 660 880 138º 57 172 228
54º 215 646 860 139º 56 168 224
55º 210 630 840 140º 55 166 220
56º 205 616 820 141º 54 162 216
57º 200 600 800 142º 53 160 212
58º 195 586 780 143º 52 156 208
59º 190 570 760 144º 51 154 204
60º 185 556 740  
61º 180 540 720  
62º 175 526 700  
63º 170 510 680  
64º 165 496 660  
65º 160 480 640  
66º 158 474 632  
67º 156 468 624  
68º 154 462 616  
69º 152 456 608  
70º 150 450 600  
71º 148 444 592  
72º 146 438 584  
73º 144 432 576  
74º 142 426 568  
75º 140 420 560  
76º 138 414 552  
77º 136 408 544  
78º 134 402 536  
79º 132 396 528  
80º 130 390 520  
81º 128 384 512  
82º 126 378 504  
83º 124 372 496  
84º 122 366 488  
85º 120 360 480  

 

 

9 – REGRAS GERAIS DA DIVISÃO DE ACESSO

 

A – Para o circuito da Divisão de Elite de 2017 serão reclassificados os 10 primeiros colocados da Divisão de Acesso de 2016.

 

B – Ao final do ano de 2016 teremos 06 vagas destinadas ao Circuito da elite de 2017 para os campeões estaduais.

 

C – Para que uma federação indique um classificado para a divisão de elite o seu circuito deverá ter pelo menos 3 (três) etapas homologadas pela Divisão de Acesso, independentemente do valor da premiação (R$20.000,00 / R$30.000,00 / R$40.000,00).

 

D – Caso sobre alguma vaga que seria destinada aos campeões estaduais ela retorna para o ranking da Divisão de Acesso.

 

E – Os atletas da Divisão de Acesso poderão competir em eventos com premiação de R$5.000,00 desde que sejam eventos realizados no município ou praia em que o mesmo reside e esteja filiado. No caso de um município que tenha várias associações o atleta poderá competir somente em eventos de uma associação, naquela onde for filiado.

 

F – Os atletas da Divisão de Acesso poderão competir em eventos com premiação de R$10.000,00 realizados pela sua Federação Local desde que valham pontos para o circuito estadual, nunca para eventos isolados.

 

G – Os atletas da Divisão de Acesso que competirem em eventos que não forem homologados pala ABRASP serão multados em R$1.000,00 mais a perda do seeding do evento seguinte da Divisão de Acesso em que tomar parte. Em caso de reincidência de um atleta da divisão de acesso, perderá os pontos do ano anterior e do ano em curso até a data em que for informada oficialmente a penalidade da reincidência.

 

H – Todo e qualquer surfista filiado à ABRASP com idade superior a 35 (trinta e cinco) anos, independentemente de ser integrante da Divisão de Elite ou da Divisão de Acesso estarão liberados para competirem no Circuito Brasileiro Master da CBS, mesmo sem premiação em dinheiro. Esta permissão não é extensiva aos eventos estaduais e/ou que não sejam organizados pela CBS.

 

I – Os atletas profissionais, com menos de 18 anos, estão autorizados a participar do Circuito oficial da Confederação Brasileira de Surf devendo, no entanto, informar via e-mail à ABRASP.

 

J – Os atletas profissionais filiados à ABRASP, sejam eles da Divisão de Elite ou da Divisão de Acesso, no intervalo entre o término de um Circuito e início do Circuito do ano seguinte não poderão, em hipótese alguma, participar de eventos de natureza amadora ou de eventos não homologados pela ABRASP caso contrário serão multados e perderão seu seeding e pré-classificação no evento seguinte que participar, salvo autorização especial do conselho da ABRASP.

 

CIRCUITO FEMININO

 

1- TAXAS DE MATRÍCULA DO CIRCUITO FEMININO:

Para receber a homologação no Circuito Brasileiro de Surf Profissional Feminino – ABRASP TOUR 2016 os eventos deverão pagar as suas respectivas Taxa de Matrícula por etapa, conforme segue:

 

Nível 1A – R$15.000,00 de prêmio – Taxa de R$1.500,00

Nível 2A – R$20.000,00 de prêmio – Taxa de R$2.000,00

Nível 3A – R$30.000,00 de prêmio – Taxa de R$3.000,00

Nível 4A – R$40.000,00 de prêmio – Taxa de R$4.000,00

Nível 5A – R$60.000,00 de prêmio – Taxa de R$6.000,00

 

2 – DIVISÃO DA PREMIAÇÃO NO CIRCUITO FEMININO

 

Feminino

1A – 1.000 pontos

Feminino

2A – 2.000 pontos

Feminino

3A – 3.000 pontos

Feminino

4A – 4.000 pontos

Feminino

5A – 6.000 pontos

R$15.000,00 R$20.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00 R$60.000,00
4.000 5.250 8.000 10.500 16.000
2.500 2.750 5.000 5.500 10.000
1.600 2.250 3.200 4.500 6.400
1.300 1.750 2.600 3.500 5.200
800 1.200 1.600 2.400 3.200
600 800 1.200 1.600 2.400
400 550 800 1.100 1.500
13º 300 450 600 900 1.300

 

3 – VALOR DE TAXAS DE INSCRIÇÃO PARA OS EVENTOS DO CIRCUITO FEMININO EM 2016

 

Nível 1A – R$15.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$190,00

Nível 2A – R$20.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$200,00

Nível 3A – R$25.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$210,00

Nível 4A – R$40.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$240,00

Nível 5A – R$60.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$260,00

 

 

4 – VALOR DE TAXA DE FILIAÇÃO PARA O CIRCUITO FEMININO

 

A – O valor da Taxa de Filiação para o circuito brasileiro feminino será de R$100,00 (cem reais).

 

B – A filiação deverá ser paga antes do primeiro evento do circuito 2016 em que a atleta tomar parte via depósito bancário na conta da ABRASP, não serão aceitos pagamentos de filiação na praia.

 

C – Só serão computados os pontos das surfistas após as mesmas efetuarem o pagamento da sua filiação. Caso uma atleta compita em vários eventos sem efetuar o pagamento, quando decidir pagar seus pontos conquistados anteriormente não serão computados, só valerão os pontos conquistados a partir do momento do pagamento da filiação.

 

D – As surfistas amadoras que quiserem competir no circuito feminino também deverão pagar a taxa anual de filiação.

 

 

5 – SISTEMA DE INSCRIÇÃO PARA EVENTOS DO CIRCUITO FEMININO

 

A – Nos eventos de nível 1A até 5A o sistema de inscrição deve obedecer a ordem abaixo:

30 dias do evento – atletas ranqueadas no ano anterior (2015)

20 dias do evento – atletas ranqueadas no ano em curso (2016)

10 dias do evento – atletas profissionais sem pontos

05 dias do evento – caso ainda existam vagas restando elas serão destinadas às surfistas amadoras.

 

B – Regras para reembolso de inscrição:

  • integral se o cancelamento for até 7 dias do início do evento
  • integral se o cancelamento se der a 4 dias do evento, com atestado médico
  • sem reembolso e sem multa se for cancelado um dia antes, mesmo com atestado médico

 

C – As atletas que pagarem as suas inscrições com cheques sem fundos ou fizerem depósito de maneira irregular em caixa eletrônico, receberão uma multa no valor do depósito e ficarão suspensas de qualquer evento do ABRASP Tour 2016 até que o débito pendente seja quitado junto à associação e/ou organizador do evento. Em caso em que seja constatada má fé da atleta esta será julgada pelo Conselho Executivo, podendo sofrer multa e suspensão.

 

D – A atleta que abandonar a competição, sem apresentar uma justificativa plausível, por força maior, será suspensa da etapa seguinte e perderá os pontos e o a premiação da etapa que abandonou.

 

E – Nos eventos em que a inscrição deva ser paga na praia, caso uma competidora confirme e não compareça ao evento a mesmo ficará suspensa automaticamente do restante do circuito até que a referida inscrição seja quitada com a Federação e/ou organizador que realizou o evento.

 

 

6 – SOMA DE RESULTADOS NO CIRCUITO FEMININO

 

A – Para efeito de ranking no circuito feminino profissional caso o circuito tenha até 3 (três) eventos serão somados 100% dos resultados; se o circuito tiver até 4 (quatro) eventos serão somados os três melhores resultados e caso o circuito tenha acima de 5 (cinco) etapas serão somados os 4 (quatro) melhores resultados, independentemente do número de etapas.

 

B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: Se a princípio estão sendo contados os quatro melhores resultados, passa-se a somar os três melhores; em caso de novo empate, serão somados os dois melhores e por fim o melhor resultado; persistindo o empate passa-se aos demais resultados que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, a atleta com a melhor colocação nos rankings dos anos anteriores (2015, 2014, etc) será declarada vencedora.

 

 

7 – FORMATOS DOS EVENTOS DO CIRCUITO FEMININO

 

A – Para eventos até 16 inscritas

  • Todas entram no primeiro round de acordo com o ranking da ABRASP 2015

 

B – Para eventos até 24 inscritas

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 16 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

C – Para eventos até 32 inscritas

  • 08 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 24 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

D – Para eventos até 40 inscritas

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

E – Para eventos de até 48 inscritas

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

F – Para eventos de até 56 inscritas

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 48 surfistas no primeiro round, através do ranking da ABRASP

 

G – Para eventos de até 64 inscritas

  • 16 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 48 surfistas no primeiro round, através do ranking da ABRASP

 

H – Para eventos de até 80 inscritas

  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 48 surfistas no primeiro round, através do ranking da ABRASP

 

I – Para eventos de até 96 inscritas

  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

J – Para eventos de até 112 inscritas

  • 16 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 96 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

K – Para eventos de até 128 inscritas

  • 32 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

L – Para eventos de até 144 inscritas

  • 32 ranking ABRASP 2015 no quarto round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 48 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

M – Para eventos de até 144 inscritas

  • 32 ranking ABRASP 2015 no quarto round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

N – Caso não tenham meninas suficientes no ranking 2015 para serem reclassificadas será utilizada a ordem abaixo:

– Ranking ABRASP 2014;

– Ranking ABRASP 2011;

– Ranking ABRASP 2016;

– Atletas profissionais sem pontos por ordem de inscrição (chegada);

– Atletas amadoras por ordem de inscrição (chegada).

 

8 – DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO NO CIRCUITO FEMININO

 

COL. 1A 2A 3A 4A

5A

COL

1A 2A 3A 4A 5A
1000 2000 3000 4000 6000 86º 118 236 354 472 708
860 1720 2580 3440 5160 87º 116 232 348 464 696
730 1460 2190 2920 4380 88º 114 228 342 456 684
670 1340 2010 2680 4020 89º 112 224 336 448 672
610 1220 1830 2440 3660 90º 110 220 330 440 660
583 1166 1750 2332 3500 91º 108 216 324 432 648
555 1110 1666 2220 3332 92º 106 212 318 424 636
528 1056 1584 2112 3168 93º 104 208 312 416 624
500 1000 1500 2000 3000 94º 102 204 306 408 612
10º 488 976 1464 1952 2928 95º 100 200 300 400 600
11º 475 950 1426 1900 2852 96º 99 198 298 396 596
12º 462 924 1386 1848 2772 97º 98 196 294 392 588
13º 450 900 1350 1800 2700 98º 97 194 292 388 584
14º 438 876 1302 1752 2604 99º 96 192 288 384 576
15º 425 850 1276 1700 2552 100º 95 190 286 380 572
16º 413 826 1240 1652 2480 101º 94 188 282 376 564
17º 400 800 1200 1600 2400 102º 93 186 280 372 560
18º 395 790 1186 1580 2372 103º 92 184 276 368 552
19º 390 780 1170 1560 2340 104º 91 182 274 364 548
20º 385 770 1156 1540 2312 105º 90 180 270 360 540
21º 380 760 1140 1520 2280 106º 89 178 268 356 536
22º 375 750 1126 1500 2252 107º 88 176 264 352 528
23º 370 740 1110 1480 2220 108º 87 174 262 348 524
24º 365 730 1096 1460 2192 109º 86 172 258 344 516
25º 360 720 1080 1440 2160 110º 85 170 256 340 512
26º 355 710 1066 1420 2132 111º 84 168 252 336 504
27º 350 700 1050 1400 2100 112º 83 166 250 332 500
28º 345 690 1036 1380 2072 113º 82 164 246 328 492
29º 340 680 1020 1360 2040 114º 81 162 244 324 488
30º 335 670 1006 1340 2012 115º 80 160 240 320 480
31º 330 660 990 1320 1980 116º 79 158 238 316 476
32º 325 650 976 1300 1952 117º 78 156 234 312 468
33º 320 640 960 1280 1920 118º 77 154 232 308 464
34º 315 630 946 1260 1892 119º 76 152 228 304 456
35º 310 620 930 1240 1860 120º 75 150 226 300 452
36º 305 610 916 1220 1832 121º 74 148 222 296 444
37º 300 600 900 1200 1800 122º 73 146 220 292 440
38º 295 590 886 1180 1772 123º 72 144 216 288 432
39º 290 580 870 1160 1740 124º 71 142 214 284 428
40º 285 570 856 1140 1712 125º 70 140 210 280 420
41º 280 560 840 1120 1680 126º 69 138 208 276 416
42º 275 550 826 1100 1652 127º 68 136 204 272 408
43º 270 540 810 1080 1620 128º 67 134 202 268 404
44º 265 530 796 1060 1592 129º 66 132 198 264 396
45º 260 520 780 1040 1560 130º 65 130 196 260 392
46º 255 510 766 1020 1532 131º 64 128 192 256 384
47º 250 500 750 1000 1500 132º 63 126 190 252 380
48º 245 490 736 980 1472 133º 62 124 186 248 372
49º 240 480 720 960 1440 134º 61 122 184 244 368
50º 235 470 706 940 1412 135º 60 120 180 240 360
51º 230 460 690 920 1380 136º 59 118 178 236 356
52º 225 450 676 900 1352 137º 58 116 174 232 348
53º 220 440 660 880 1320 138º 57 114 172 228 344
54º 215 430 646 860 1292 139º 56 112 168 224 336
55º 210 420 630 840 1260 140º 55 110 166 220 332
56º 205 410 616 820 1232 141º 54 108 162 216 324
57º 200 400 600 800 1200 142º 53 106 160 212 320
58º 195 390 586 780 1172 143º 52 104 156 208 312
59º 190 380 570 760 1140 144º 51 102 154 204 308
60º 185 370 556 740 1112  
61º 180 360 540 720 1080  
62º 175 350 526 700 1052  
63º 170 340 510 680 1020  
64º 165 330 496 660 992  
65º 160 320 480 640 960  
66º 158 316 474 632 948  
67º 156 312 468 624 936  
68º 154 308 462 616 924  
69º 152 304 456 608 912  
70º 150 300 450 600 900  
71º 148 296 444 592 888  
72º 146 292 438 584 876  
73º 144 288 432 576 864  
74º 142 284 426 568 852  
75º 140 280 420 560 840  
76º 138 276 414 552 828  
77º 136 272 408 544 816  
78º 134 268 402 536 804  
79º 132 264 396 528 792  
80º 130 260 390 520 780  
81º 128 256 384 512 768  
82º 126 252 378 504 756  
83º 124 248 372 496 744  
84º 122 244 366 488 732  
85º 120 240 360 480 720  

 

 

9 – REGRAS GERAIS DO CIRCUITO FEMININO

 

A – As atletas amadoras poderão competir nos eventos do Circuito Feminino ABRASP 2016 desde que hajam vagas disponíveis e após todas as surfistas profissionais estarem inscritas. Uma surfista profissional nunca poderá ficar de fora de um evento por ter sua vaga ocupada por uma surfista amadora.

 

B – As atletas profissionais filiadas à ABRASP estão proibidas de participar de eventos amadores, com multa de R$ 500,00 pela participação em cada evento mais perda do seeding e pré-classificação no evento seguinte que participar, salvo autorização especial do conselho da ABRASP.

 

C – As atletas profissionais, com menos de 18 anos, estão autorizadas a participar do Circuito oficial da Confederação Brasileira de Surf devendo, no entanto, informar via e-mail à ABRASP.

 

D – As atletas profissionais filiadas à ABRASP no intervalo entre o término de um Circuito e início do Circuito do ano seguinte não poderão, em hipótese alguma participar de eventos de natureza amadora ou de eventos não homologados pela ABRASP, caso contrário serão multadas e perderão seu seeding e pré-classificação no evento seguinte que participar, salvo autorização especial do conselho da ABRASP.

 

E – Para participarem de eventos profissionais da ABRASP as atletas amadoras devem obrigatoriamente filiar-se utilizando o status de amadora e caso cheguem à fase onde existe premiação em dinheiro receberão somente 50% do valor e com isso poderão continuar disputando os eventos nas suas categorias de base.

 

CIRCUITO BRASILEIRO MASTER PROFISSIONAL 2016

 

 

  1. LIMITE DE IDADE

O limite mínimo de idade para os atletas que quiserem participar do Circuito Brasileiro de Masters da ABRASP será de:

Sênior – 35 anos (nascidos até 1981) até 40 anos

Master – 40 anos até 45 anos

Gran Master – 45 a 50 anos

Kahuna – maior de 50 anos.

 

2- TAXAS DE MATRÍCULA:

Para receber a homologação no Circuito Brasileiro de Surf Profissional – ABRASP TOUR 2016 na categoria Master os eventos deverão pagar as suas respectivas Taxa de Matrícula por etapa, conforme segue:

 

Nível 1A – R$20.000,00 de prêmio – Taxa de R$600,00

Nível 2A – R$30.000,00 de prêmio – Taxa de R$800,00

Nível 3A – R$40.000,00 de prêmio – Taxa de R$1.000,00

 

3 – DIVISÃO DA PREMIAÇÃO CIRCUITO MASTER      

 

Masculino

1A – 1.000 pontos

Masculino

2A – 3.000 pontos

Masculino

3A – 4.000 pontos

R$20.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00
5.250 8.000 12.000
2.750 5.000 6.000
2.250 3.200 4.000
1.750 2.600 3.000
1.200 1.600 2.000
800 1.200 1.400
550 800 1.200
13º 450 600 850

 

Obs: As categorias Senior, Grand Master e Kahuna tem o valor da premiação livre, devendo ser informada à ABRASP no prazo mínimo de 30 dias antes do início do evento.

4 – VALOR DAS TAXAS DE INSCRIÇÃO PARA O CIRCUITO MASTER (válido para todas as categorias)

 

Nível 1A – R$20.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$200,00

Nível 2A – R$30.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$230,00

Nível 3A – R$40.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$240,00

 

5 – VALOR DE TAXA DE FILIAÇÃO PARA OS COMPETIDORES DA CATEGORIA MASTER

 

A – O valor da Taxa de Filiação para os surfistas integrantes das Categorias Master, Sênior, Grand Master e Kahuna será de R$100,00 (cem reais).

 

B – A filiação deverá ser paga antes do primeiro evento do circuito Master 2016 em que o atleta tomar parte via depósito bancário na conta da ABRASP, não serão aceitos pagamentos de filiação na praia.

 

C – Só serão computados os pontos aos surfistas da categoria Master após os mesmos efetuarem o pagamento da sua filiação. Caso um atleta compita em vários eventos sem efetuar o pagamento, quando decidir pagar seus pontos conquistados anteriormente não serão computados, só valerão os pontos conquistados a partir do momento do pagamento da filiação.

 

6 – SISTEMA DE INSCRIÇÃO PARA EVENTOS DO CIRCUITO MASTER

 

A – Cada Federação e/ou organizador que irá realizar os eventos do circuito Master poderá criar o seu próprio método de pagamento e confirmação de inscrição.

 

B – Nos eventos em que a inscrição deva ser paga na praia, caso um competidor confirme e não compareça ao evento o mesmo ficará suspenso automaticamente do restante do circuito Master até que a referida inscrição seja quitada com a Federação que realizou o evento.

 

C – Regras para reembolso de inscrição caso o pagamento seja por depósito bancário:

  • integral se o cancelamento for até 7 dias do início do evento
  • integral se o cancelamento se der a 4 dias do evento, com atestado médico
  • sem reembolso e sem multa se for cancelado um dia antes, mesmo com atestado médico

 

D – Os atletas que pagarem as suas inscrições com cheques sem fundos ou fizerem depósito de maneira irregular em caixa eletrônico, receberão uma multa no valor do depósito e ficarão suspensos de qualquer evento do ABRASP Tour 2016 até que o débito pendente seja quitado junto à associação. Em caso em que seja constatada má fé do atleta este será julgado pelo Conselho Executivo, podendo sofrer uma pena de multa ou suspensão.

 

7 – SOMA DE RESULTADOS NA CATEGORIA MASTER

 

A – Para efeito de ranking da categoria Master caso o circuito tenha até 3 (três) eventos serão somados 100% dos resultados; se o circuito tiver até 4 (quatro) eventos serão somados os três melhores resultados e caso o circuito tenha acima de 5 (cinco) etapas serão somados os 4 (quatro) melhores resultados, independentemente do número de etapas.

 

B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: Se a princípio estão sendo contados os quatro melhores resultados, passa-se a somar os três melhores; em caso de novo empate, serão somados os dois melhores e por fim o melhor resultado; persistindo o empate passa-se aos demais resultados que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação no ranking do ano de 2012 será declarado vencedor.

 

C – Caso não haja condição de desempate será realizada uma bateria extra para fazer o desempate.

 

8 – FORMATO DOS EVENTOS DO CIRCUITO MASTER

 

A – O formato em todas as categorias do circuito Master será decidido de acordo com o número de inscritos que existirá em cada categoria.

 

B – Independentemente do número de inscritos, em todas as categorias do circuito Master os atletas entrarão todos na primeira fase, não existirão pré-classificados.

 

 

9 – DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO NO CIRCUITO MASTER

 

COL. 1A 2A 3A

COL

1A 2A 3A
1000 3000 4000 86º 118 354 472
860 2580 3440 87º 116 348 464
730 2190 2920 88º 114 342 456
670 2010 2680 89º 112 336 448
610 1830 2440 90º 110 330 440
583 1750 2332 91º 108 324 432
555 1666 2220 92º 106 318 424
528 1584 2112 93º 104 312 416
500 1500 2000 94º 102 306 408
10º 488 1464 1952 95º 100 300 400
11º 475 1426 1900 96º 99 298 396
12º 462 1386 1848 97º 98 294 392
13º 450 1350 1800 98º 97 292 388
14º 438 1302 1752 99º 96 288 384
15º 425 1276 1700 100º 95 286 380
16º 413 1240 1652 101º 94 282 376
17º 400 1200 1600 102º 93 280 372
18º 395 1186 1580 103º 92 276 368
19º 390 1170 1560 104º 91 274 364
20º 385 1156 1540 105º 90 270 360
21º 380 1140 1520 106º 89 268 356
22º 375 1126 1500 107º 88 264 352
23º 370 1110 1480 108º 87 262 348
24º 365 1096 1460 109º 86 258 344
25º 360 1080 1440 110º 85 256 340
26º 355 1066 1420 111º 84 252 336
27º 350 1050 1400 112º 83 250 332
28º 345 1036 1380 113º 82 246 328
29º 340 1020 1360 114º 81 244 324
30º 335 1006 1340 115º 80 240 320
31º 330 990 1320 116º 79 238 316
32º 325 976 1300 117º 78 234 312
33º 320 960 1280 118º 77 232 308
34º 315 946 1260 119º 76 228 304
35º 310 930 1240 120º 75 226 300
36º 305 916 1220 121º 74 222 296
37º 300 900 1200 122º 73 220 292
38º 295 886 1180 123º 72 216 288
39º 290 870 1160 124º 71 214 284
40º 285 856 1140 125º 70 210 280
41º 280 840 1120 126º 69 208 276
42º 275 826 1100 127º 68 204 272
43º 270 810 1080 128º 67 202 268
44º 265 796 1060 129º 66 198 264
45º 260 780 1040 130º 65 196 260
46º 255 766 1020 131º 64 192 256
47º 250 750 1000 132º 63 190 252
48º 245 736 980 133º 62 186 248
49º 240 720 960 134º 61 184 244
50º 235 706 940 135º 60 180 240
51º 230 690 920 136º 59 178 236
52º 225 676 900 137º 58 174 232
53º 220 660 880 138º 57 172 228
54º 215 646 860 139º 56 168 224
55º 210 630 840 140º 55 166 220
56º 205 616 820 141º 54 162 216
57º 200 600 800 142º 53 160 212
58º 195 586 780 143º 52 156 208
59º 190 570 760 144º 51 154 204
60º 185 556 740  
61º 180 540 720  
62º 175 526 700  
63º 170 510 680  
64º 165 496 660  
65º 160 480 640  
66º 158 474 632  
67º 156 468 624  
68º 154 462 616  
69º 152 456 608  
70º 150 450 600  
71º 148 444 592  
72º 146 438 584  
73º 144 432 576  
74º 142 426 568  
75º 140 420 560  
76º 138 414 552  
77º 136 408 544  
78º 134 402 536  
79º 132 396 528  
80º 130 390 520  
81º 128 384 512  
82º 126 378 504  
83º 124 372 496  
84º 122 366 488  
85º 120 360 480  

 

 

CIRCUITO BRASILEIRO PRO JUNIOR 2016 (Masculino e Feminino)

 

 

  1. LIMITE DE IDADE

 

O limite de idade para aqueles que quiserem participar nesta série de eventos será de 19 anos completados até o dia 31 de dezembro do ano anterior ao início da temporada (nascidos até 1996), não podendo, em hipótese alguma, completar 21 anos durante a temporada.

 

  1. TAXAS DE MATRÍCULA PARA OS EVENTOS DO PRO JUNIOR

 

O valor da taxa de matrícula será sempre no valor de 10% da premiação oferecida, seja somente evento masculino, seja somente evento feminino ou somadas quando tenham as duas categorias.

 

3 – NÍVEIS DE PREMIAÇÃO PARA O CIRCUITO PRO JUNIOR

Os níveis de premiação determinados pela ABRASP para que um evento receba a sanção da entidade serão os seguintes:

 

Masculino:

Nível 1A – R$20.000,00 de prêmio

Nível 2A – R$30.000,00 de prêmio

Nível 3A – R$40.000,00 de prêmio

 

Feminino:

Nível 1A – R$5.000,00 de prêmio

Nível 2A – R$10.000,00 de prêmio

Nível 3A – R$15.000,00 de prêmio

 

 

 

4 – DISTRIBUIÇÃO DE PREMIAÇÃO

 

A – Categoria Masculina

 

Masculino

1A – 1.000 pontos

Masculino

2A – 2.000 pontos

Masculino

3A – 3.000 pontos

R$20.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00
5.250 8.000 10.000
2.750 5.000 6.000
2.250 3.200 4.500
1.750 2.600 3.500
1.200 1.600 2.400
800 1.200 1.600
550 800 1.100
13º 450 600 900
17º
25º

 

B – Categoria Feminina

 

Feminino

1A – 1.000 pontos

Feminino

2A – 2.000 pontos

Feminino

3A – 3.000 pontos

R$5.000,00 R$10.000,00 R$15.000,00
2.000 3.000 4.000
1.000 2.000 2.500
700 1.400 1.600
400 800 1.300
300 600 800
150 300 600
150 400
13º 100 300
17º
25º

 

 

4 – VALORES DAS TAXAS DE INSCRIÇÃO DOS EVENTOS DO CIRCUITO PRO JUNIOR

 

MASCULINO

Nível 1A – R$20.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$160,00

Nível 2A – R$30.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$180,00

Nível 3A – R$40.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$200,00

 

FEMININO

Nível 1A – R$5.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$120,00

Nível 2A – R$10.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$130,00

Nível 3A – R$15.000,00 de prêmio – Valor de Inscrição – R$150,00

 

5 – VALOR DE TAXA DE FILIAÇÃO PARA OS COMPETIDORES DA CATEGORIA JUNIOR (Masculino e Feminino)

 

A – O valor da Taxa de Filiação para os surfistas integrantes da Categoria Junior Masculina será de R$150,00 por temporada.

 

B – O valor da Taxa de Filiação para os surfistas integrantes da Categoria Junior Feminina será de R$100,00 por temporada.

 

C – A filiação deverá ser paga antes do primeiro evento do circuito Junior 2016 em que o atleta tomar parte via depósito bancário na conta da ABRASP, não serão aceitos pagamentos de filiação na praia.

 

C – Só serão computados os pontos aos surfistas da categoria Junior quando os mesmos efetuarem o pagamento da sua filiação. Caso um atleta compita em vários eventos sem efetuar o pagamento, quando decidir pagar seus pontos conquistados anteriormente não serão computados, só valerão os pontos conquistados a partir do momento do pagamento da filiação.

 

6 – SISTEMA DE INSCRIÇÃO PARA EVENTOS DO CIRCUITO JUNIOR

 

A – Cada Federação e/ou organizador que irá realizar os eventos do circuito Junior poderá criar o seu próprio método de pagamento e confirmação de inscrição.

 

B – Nos eventos em que a inscrição deva ser paga na praia, caso um competidor confirme e não compareça ao evento o mesmo ficará suspenso automaticamente do restante do circuito Junior até que a referida inscrição seja quitada com a Federação que realizou o evento.

 

C – Regras para reembolso de inscrição caso o pagamento seja por depósito bancário:

  • integral se o cancelamento for até 7 dias do início do evento
  • integral se o cancelamento se der a 4 dias do evento, com atestado médico
  • sem reembolso e sem multa se for cancelado um dia antes, mesmo com atestado médico

 

D – Os atletas que pagarem as suas inscrições com cheques sem fundos ou fizerem depósito de maneira irregular em caixa eletrônico, receberão uma multa no valor do depósito e ficarão suspensos de qualquer evento do ABRASP Tour 2016 até que o débito pendente seja quitado junto à associação. Em caso em que seja constatada má fé do atleta este será julgado pelo Conselho Executivo, podendo sofrer uma pena de multa ou suspensão.

 

7 – SOMA DE RESULTADOS NA CATEGORIA JUNIOR

 

A – Para efeito de ranking da categoria Junior caso o circuito tenha até 3 (três) eventos serão somados 100% dos resultados; se o circuito tiver até 4 (quatro) eventos serão somados os três melhores resultados e caso o circuito tenha acima de 5 (cinco) etapas serão somados os 4 (quatro) melhores resultados, independentemente do número de etapas.

 

B – Caso haja empate no ranking final, o desempate ocorre da mesma forma do que em uma bateria, ou seja: Se a princípio estão sendo contados os quatro melhores resultados, passa-se a somar os três melhores; em caso de novo empate, serão somados os dois melhores e por fim o melhor resultado; persistindo o empate passa-se aos demais resultados que não foram computados, até que seja desempatado. Caso não existam condições para o desempate, o atleta com a melhor colocação no ranking do ano de 2015 será declarado vencedor.

 

C – Caso não haja condição de desempate será realizada uma bateria extra para fazer o desempate.

 

8 – FORMATO DOS EVENTOS DO CIRCUITO JUNIOR (masculino e feminino)

 

A – Para eventos até 16 inscritos

  • Todos entram no primeiro round de acordo com o ranking da ABRASP 2015

 

B – Para eventos até 24 inscritos

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 16 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

C – Para eventos até 32 inscritos

  • 08 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 24 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

D – Para eventos até 40 inscritos

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

E – Para eventos de até 48 inscritos

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

F – Para eventos de até 56 inscritos

  • 08 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 48 surfistas no primeiro round, através do ranking da ABRASP

 

G – Para eventos de até 64 inscritos

  • 16 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 48 surfistas no primeiro round, através do ranking da ABRASP

 

H – Para eventos de até 80 inscritos

  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 48 surfistas no primeiro round, através do ranking da ABRASP

 

I – Para eventos de até 96 inscritos

  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

J – Para eventos de até 112 inscritos

  • 16 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 96 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

K – Para eventos de até 128 inscritos

  • 32 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

L – Para eventos de até 144 inscritos

  • 32 ranking ABRASP 2015 no quarto round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 48 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 32 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

M – Para eventos de até 144 inscritos

  • 32 ranking ABRASP 2015 no quarto round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no terceiro round
  • 32 ranking ABRASP 2015 no segundo round
  • 64 surfistas no primeiro round através do ranking da ABRASP

 

N – Caso não tenham surfistas suficientes no ranking 2015 para serem reclassificados será utilizada a ordem abaixo:

– Ranking ABRASP 2016;

– Atletas profissionais sem pontos por ordem de inscrição (chegada);

– Atletas amadoras por ordem de inscrição (chegada).

 

9 – DISTRIBUIÇÃO DA PONTUAÇÃO NO CIRCUITO PRO JUNIOR

 

COL. 1A 2A 3A

COL

1A 2A 3A
1000 2000 3000 86º 118 236 354
860 1720 2580 87º 116 232 348
730 1460 2190 88º 114 228 342
670 1340 2010 89º 112 224 336
610 1220 1830 90º 110 220 330
583 1166 1750 91º 108 216 324
555 1110 1666 92º 106 212 318
528 1056 1584 93º 104 208 312
500 1000 1500 94º 102 204 306
10º 488 976 1464 95º 100 200 300
11º 475 950 1426 96º 99 198 298
12º 462 924 1386 97º 98 196 294
13º 450 900 1350 98º 97 194 292
14º 438 876 1302 99º 96 192 288
15º 425 850 1276 100º 95 190 286
16º 413 826 1240 101º 94 188 282
17º 400 800 1200 102º 93 186 280
18º 395 790 1186 103º 92 184 276
19º 390 780 1170 104º 91 182 274
20º 385 770 1156 105º 90 180 270
21º 380 760 1140 106º 89 178 268
22º 375 750 1126 107º 88 176 264
23º 370 740 1110 108º 87 174 262
24º 365 730 1096 109º 86 172 258
25º 360 720 1080 110º 85 170 256
26º 355 710 1066 111º 84 168 252
27º 350 700 1050 112º 83 166 250
28º 345 690 1036 113º 82 164 246
29º 340 680 1020 114º 81 162 244
30º 335 670 1006 115º 80 160 240
31º 330 660 990 116º 79 158 238
32º 325 650 976 117º 78 156 234
33º 320 640 960 118º 77 154 232
34º 315 630 946 119º 76 152 228
35º 310 620 930 120º 75 150 226
36º 305 610 916 121º 74 148 222
37º 300 600 900 122º 73 146 220
38º 295 590 886 123º 72 144 216
39º 290 580 870 124º 71 142 214
40º 285 570 856 125º 70 140 210
41º 280 560 840 126º 69 138 208
42º 275 550 826 127º 68 136 204
43º 270 540 810 128º 67 134 202
44º 265 530 796 129º 66 132 198
45º 260 520 780 130º 65 130 196
46º 255 510 766 131º 64 128 192
47º 250 500 750 132º 63 126 190
48º 245 490 736 133º 62 124 186
49º 240 480 720 134º 61 122 184
50º 235 470 706 135º 60 120 180
51º 230 460 690 136º 59 118 178
52º 225 450 676 137º 58 116 174
53º 220 440 660 138º 57 114 172
54º 215 430 646 139º 56 112 168
55º 210 420 630 140º 55 110 166
56º 205 410 616 141º 54 108 162
57º 200 400 600 142º 53 106 160
58º 195 390 586 143º 52 104 156
59º 190 380 570 144º 51 102 154
60º 185 370 556  
61º 180 360 540  
62º 175 350 526  
63º 170 340 510  
64º 165 330 496  
65º 160 320 480  
66º 158 316 474  
67º 156 312 468  
68º 154 308 462  
69º 152 304 456  
70º 150 300 450  
71º 148 296 444  
72º 146 292 438  
73º 144 288 432  
74º 142 284 426  
75º 140 280 420  
76º 138 276 414  
77º 136 272 408  
78º 134 268 402  
79º 132 264 396  
80º 130 260 390  
81º 128 256 384  
82º 126 252 378  
83º 124 248 372  
84º 122 244 366  
85º 120 240 360  

 

 

 

REGRAS GERAIS ABRASP

 

1 – DATAS DOS EVENTOS:

A – As datas dos eventos, uma vez oficializadas, só poderão ser alteradas pelo Diretor Executivo da entidade. Todos os campeonatos deverão atender aos requisitos básicos de aprovação que compreendem o cumprimento do Livro de Regras e o pagamento da Taxa de Matrícula até 30 dias antes do evento, ou quando da confirmação do mesmo.

 

B – Durante o ABRASP TOUR 2016, o intervalo entre os eventos sancionados deverá obedecer a um critério que não impeça a participação dos surfistas nos circuitos regionais ou estaduais oficiais, como forma de fortalecer e de estimular o trabalho das Associações e Federações Estaduais de Surf filiadas à ABRASP.

 

C – No caso em que dois patrocinadores desejarem a mesma data para a realização de um evento e não tiverem quitado sua Taxa de Matricula, então o que oferecer a premiação mais elevada terá o direito de realizá-lo.

 

D – As exceções a estas regras devem ser permitidas mediante a aprovação da Diretoria Executiva.

 

E – No caso de surgir um evento novo no circuito que tenha já quitado a sua taxa de Matrícula com a ABRASP, poderá implicar no pagamento de uma garantia bancária ou depósito em dinheiro, quando julgado necessário, no valor total da premiação, com pelo menos 60 dias de antecedência do seu início. Caso a garantia bancária ou depósito em dinheiro não sejam enviados, então a Taxa de Matrícula do evento será embargada e o evento cancelado para efeito de planejamento. Se o evento for cancelado após a colocação de garantia bancária e dentro dos 60 dias, então a referida garantia ou depósito em dinheiro será retido pela entidade e usado para cobertura de custos eventuais ocorridos aos membros da ABRASP e aos atletas.

 

F – O valor em prêmios deverá ser concedido em moeda corrente, contando como complementação do nível de premiação dos eventos, carros, que também poderão compor a premiação total da prova.

 

G – Todos os eventos que constituem segmentos do ABRASP TOUR 2016 deverão pagar os seus prêmios em dinheiro ou depósito bancário diretamente na conta corrente dos competidores.

 

2 – REGRAS DO CIRCUITO:

 

A – Os eventos do ABRASP TOUR 2016 só poderão ter outras categorias mediante autorização do Diretor Executivo. A princípio, os eventos que irão compor o Circuito Brasileiro deverão ser exclusivamente profissionais, com número de inscrições limitadas, de acordo com o período definido para a sua realização.

 

B – Em nenhuma circunstância poderá um patrocinador de evento forçar os competidores a usar calções, roupas de borracha ou os produtos de sua fabricação como condição para a sua entrada na água.

 

C – Todos os competidores que tiverem prêmios a receber devem participar da cerimônia de entrega de prêmios no podium, a menos que seja dado consentimento anterior pelo Diretor de Prova, caso contrário, seu prêmio em dinheiro será embargado e destinado aos Fundos Gerais da ABRASP.

 

D – A ABRASP deverá ser informada de todos os eventos de nível profissional que ocorram no país e deve participar – com a inclusão do seu logotipo em todo o material gráfico – da supervisão técnica de todos os eventos do Circuito Brasileiro em qualquer divisão, sob pena de serem excluídos do Tour ABRASP caso sigam estes procedimentos.

 

E – O cronograma de cada evento só poderá sofrer alterações com no mínimo 40 minutos de antecedência.

 

F – Todos os eventos deverão ter uma área exclusiva e segura para os competidores.

 

G – Antes do início de cada evento deverá ser realizada sempre que possível uma reunião técnica para esclarecer os critérios de julgamento a serem utilizados no evento. A reunião será aberta a conselheiros, técnicos credenciados, atletas e demais pessoas interessadas. ABRASP (CONAA);

 

H – Em todos os eventos do ABRASP TOUR 2016 a escalação dos juízes será de responsabilidade da Direção Técnica da ABRASP em conjunto com o Conselho de Arbitragem d.

 

I – No ano de 2016 em todos os eventos da categoria masculina da Divisão de Elite será obrigatória a presença do operador de vídeo da ABRASP, que filmará todas as baterias.

 

  1. – Honorários do staff da ABRASP nos eventos do TOUR 2016: (página final)

 

J.1 – No caso de falta de onda, onde o dia de trabalho seja cancelado, os organizadores deverão pagar meia diária, conforme o nível do evento, além de alimentação e hospedagem.

 

J.2 – A diária do juiz de prioridade, quando houver, será equivalente ao de juiz de prova e quando a carga horária/dia for superior a 4 (quatro) horas deverão ser utilizados 2 (dois) juízes de prioridade para que possam revezar;

 

J.3 – Quando houver transmissão ao vivo pela Internet e a locução for compartilhada com a transmissão, caberá livre negociação entre os locutores e o prestador de serviço da Internet. Nesse caso, os locutores convocados pela direção técnica da ABRASP deverão ser procurados pelos organizadores do evento, pelo menos dez dias antes do início do mesmo.

 

J.4 – Compreende-se por um dia de trabalho a carga horária de 8 horas e 30 minutos. Exclusivamente nos eventos da divisão de acesso do ABRASP TOUR 2016 as horas extras deverão ser cobradas à razão de R$30,00 a hora por cada membro da comissão técnica (incluindo as funções de locutor, Spotter e Beach Marshall) e serão determinadas pelo Head Judge em consulta ao Diretor de Prova. Para o cálculo das horas extras deve-se dividir o número de dias do evento com o número de horas trabalhadas. Caso esse número ultrapasse às oito horas, será cobrado o valor estipulado acima.

 

K – Nas etapas do ABRASP TOUR 2016, os patrocinadores deverão contratar 2 locutores com experiência técnica, através de uma listagem previamente fornecida pela entidade. Caso algum patrocinador queira contratar um terceiro locutor para fazer exclusivamente a parte comercial, não haverá nenhuma restrição, desde que os locutores técnicos já estejam definidos.

 

L – Durante os eventos que compõe o ABRASP TOUR 2016, quaisquer mudanças de critério (número de ondas computadas, tempo de bateria, critério de julgamento, etc…), deverá ser previamente informada aos surfistas através do Beach Marshall e da locução. O Beach Marshall deverá receber sempre o “brieffing” atualizado do head judge, para poder passar as informações corretas aos atletas.

 

M – Em todos os eventos válidos pelo ABRASP BRASIL TOUR 2016 é obrigatório repassar à entidade máxima local filiada 30% do total arrecadado com as inscrições, desde que a mesma informe sobre os trâmites que envolvam os órgãos públicos (municipais, estaduais e federais), para a viabilização do evento e seu bom andamento. Caso contrário perde direito ao benefício. É de exclusiva responsabilidade da associação ou da federação do estado onde acontecer à etapa o recolhimento desta taxa junto ao Diretor de Prova de cada evento. 10% deste valor será destinado a associação da praia onde ocorrerá o evento, caso a mesma exista.

 

N – No caso de suspensão do evento, transferência ou cancelamento em função da baixa qualidade das ondas, esta decisão deverá ser tomada pelo Diretor de Prova (Representante do Evento), pelo Head Judge e Tour Manager da ABRASP presente e por um Representante dos Surfistas Profissionais e membro do Conselho Executivo;

 

O – No caso de um spotter não ver ou não chamar alguma onda e, em consequência disto algum atleta for prejudicado, a associação local que indicou deverá pagar uma multa no valor de R$500,00 (quinhentos reais) como forma (em razão) de ressarcimento ao atleta prejudicado.

 

P – A organização do evento deverá reservar uma área bem localizada, coberta, confortável e segura para os competidores na praia, com cadeiras e água potável/dia, obrigatoriamente. Deverá ser providenciado banheiro especial para as competidoras quando do evento constar a categoria Feminina.

 

Q – Todas as etapas do ABRASP TOUR 2016 deverão ser supervisionadas pelo “Tour Manager” e deverão ter a presença do corpo de juízes oficial da ABRASP. Se não forem cumpridas estas determinações e se não houver entendimento com a Diretoria Executiva, o evento corre o risco de não contar pontos para o ranking e, a partir daí os surfistas filiados não terão autorização para participar. Nos Circuitos Estaduais/Regionais, deverá estar presente um representante da ABRASP – Tour Manager Regional, que deverá se reportar ao Gerente do Circuito Brasileiro e ao Diretor Executivo. O escritório da ABRASP será responsável pelo envio das multas e pela cobrança das mesmas junto aos atletas filiados.

 

R – Em todos os eventos que fizerem parte do ABRASP BRASIL TOUR 2016 será obrigatória a presença do “Tour Manager” da entidade, que ficará responsável pela formação das baterias, ranking, repasse das Taxas de Filiação e para garantir que todas as normas do Livro de Regras da ABRASP estejam sendo cumpridas. Os organizadores deverão providenciar transporte, hospedagem e alimentação.

 

S – Todos os técnicos deverão estar filiados a ABRASP, sendo que a taxa de filiação anual será de R$ 200,00.

S1. Todos os técnicos que não estiverem filiados à ABRASP, não terão direito à:

– Falar com o Head Judge sobre as baterias;

– Fazer protestos;

– Ter acesso à área técnica do evento;

– Representar seu atleta junto à comissão técnica; etc.

S2. Todos os técnicos deverão, antes de cada evento, apresentar uma lista contendo o nome dos atletas que irão representar.

S3. Uma vez filiados, estarão regidos pelas regras disciplinares do circuito.

 

T – Para a escolha dos convidados para os eventos ABRASP 2016 serão observados os seguintes critérios para escolha na seguinte ordem:

T1 – Contusão. Será avaliado a contusão da seguinte forma:

1 – Se for o primeiro pedido por contusão;

2 – Se estava na “zona de classificação” no momento da contusão;

3 – Quantas temporadas o atleta participa desse circuito;

4 – Quantas etapas ficou fora por causa dessa contusão;

5 – Grau da lesão.

T2 – Ex-atletas da primeira divisão mundial

1 – Primeiro pedido de convite;

2 – Desejo do patrocinador;

3 – Em que colocação do ranking estava quando largou o Circuito ABRASP (divisão de elite);

4 – Número de títulos conquistados no Circuito ABRASP;

5 – Tempo de participação no Circuito ABRASP;

T3 – Se nenhum desses itens acima diferenciar os atletas que solicitarem o convite será utilizado como parâmetro de escolha o ranking ABRASP 2015.

 

 

U – Que todas as pessoas inseridas no meio do Surf (atletas, dirigentes, técnicos, árbitros, etc.) deverão buscar seus direitos através da JUSTIÇA DESPORTIVA, quer através das Comissões Disciplinares, Tribunais de Justiça Desportiva (Federações Estaduais) ou Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBS;

  1. De acordo com o artigo 217, parágrafo 1º, da Constituição Federal, o Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva, regulada em lei;
  2. Que serão banidas do Surf as pessoas que não cumprirem o dispositivo retro;
  3. A presente Resolução de Diretoria deverá ser aplicada por todas as Entidades Filiadas à CBS.

 

REGULAMENTAÇÃO PARA O USO DE JET SKI (em baterias homem a homem)

 

A – Caso seja decidido pela organização do campeonato o uso de Jet Ski para levar os competidores ao line up, é ideal que sejam utilizados dois equipamentos, um para cada atleta.

 

B – No caso da impossibilidade do uso de dois Jet Skis, a direção técnica decidirá pelo uso de um ou mesmo nenhum equipamento para levar o surfista para o line up.

 

C – No caso em que um surfista consiga voltar ao outside sem a ajuda do Jet Ski e a bateria estiver sem prioridade, então esse surfista terá direito à prioridade número um na bateria. Caso o outro competidor tenha tido uma vantagem explicita para retornar ao outside com o uso do Jet Ski após ter surfado uma onda e usado sua prioridade, mesmo que este chegue ao outside antes do atleta que retornou remando, ele não obterá a prioridade 01. Se o surfista rebocado retornar e se posicionar no outside enquanto o atleta que optou pelo retorno na remada ainda estiver na arrebentação, nesta situação então, ele obterá a prioridade novamente.

 

D – No caso em que os dois surfistas sejam rebocados para o outside com a ajuda do Jet Ski, chegando no line up ao mesmo tempo, a primeira prioridade será do surfista que não tinha anteriormente, ficando automaticamente a segunda prioridade para o surfista que tinha surfado a última onda.

 

E – Deverá ser definido pelo Head Judge em conjunto com o Juiz de Prioridade um ponto específico onde o Jet Ski deverá deixar o atleta no outside. Qualquer deslocamento visando um ponto diferente deste seja para posicionamento no pico ou para fugir a marcação, deverá ser feita na remada pelos competidores logo após serem deixados na área definida pelo staff técnico.

Esta área poderá de acordo com as possibilidades ser marcada por uma bandeira fixada na areia da praia ou eventualmente por uma bóia no outside caso as condições do mar o permitam. A equipe de Jet Ski deverá ser previamente orientada e deverá seguir esta determinação de forma incondicional até o fim da bateria, qualquer ação proveniente do condutor de Jet Ski que infrinja esta determinação, será punida seguindo determinação deste livro de regras, estando o atleta rebocado também sujeito a não obtenção do direito de prioridade.

 

 

3 – REGRAS PARA EVENTOS ESPECIAIS / EVENTO DE DUPLAS

 

A – As duplas poderão ser formadas por atletas profissionais. Uma dupla poderá ser feita com atletas de ambos os sexos;

 

B – Cada dupla poderá ter um atleta reserva, que deverá estar definido até o início da competição. Em nenhuma hipótese o atleta reserva poderá participar como titular de qualquer outra dupla;

 

C – Número de ondas: caso valham as 4 melhores ondas de cada dupla, as mesmas poderão surfar no máximo 16 ondas; caso valham as 6 melhores ondas de cada dupla, as mesmas poderão surfar no máximo 20 ondas;

 

D – Durante a bateria, um dos atletas poderá surfar sozinho as 16 / 20 ondas a que a sua dupla tem direito, não sendo obrigatório cada atleta surfar o mesmo número de ondas;

 

E – No caso de uma interferência ser anotada, a dupla perde uma de suas melhores notas;

 

F – Dois atletas da mesma dupla não poderão surfar a mesma onda, seja para o mesmo lado ou para lados opostos. Não haverá interferência entre atletas da mesma dupla;

 

G – Os dois atletas de cada dupla usarão a mesma cor de camiseta;

 

4 – DISCIPLINAS DO CIRCUITO:

 

Foram determinadas ações disciplinares para as diversas situações e outras que serão criadas à medida que surjam casos específicos.

 

A – Todos os surfistas deverão liberar a área de competição pelo menos cinco minutos antes do início da primeira bateria do dia, assim que solicitados para isso, ou haverá uma multa no valor de R$ 200,00 podendo até ocorrer a desclassificação do atleta reincidente ou suspensão por uma etapa, dependendo da gravidade do caso.

 

B – Camisetas de Competição – Todos os atletas devem comparecer pessoalmente ao Beach Marshall, para retirar a camiseta de competição e deverão vesti-la no local, só retirando na área do evento, ao retornar de sua bateria e entregando-a diretamente ao Beach Marshall. O atleta não deverá em hipótese alguma, retirar a camiseta do corpo no trajeto bateria-palanque ou receberá uma multa no valor de R$200,00.

 

C – Todo surfista que venha a causar danos ou destruição intencional à propriedade alheia, ou ainda danos à imagem do surf e da ABRASP mesmo que seja através de qualquer mídia (Rádios, TV’s, jornais, revistas) e/ou mídia social (facebook, twitter, instagram, entre outras) terá sua situação analisada pelo Conselho da entidade, quando serão determinadas as penalidades que lhe convierem. Estas penalidades podem variar entre uma multa de R$ 1.000,00 a R$ 3.000,00 + custos e ainda a possibilidade de desclassificação e perda dos pontos no ranking da ABRASP.

 

D – Algumas penalidades já estão previstas no livro de regras, e serão baseadas conforme a escala a seguir. Elas serão determinadas pelo Diretor Executivo da ABRASP em consulta ao “Tour Manager” da ABRASP presente e ao Head Judge (da ABRASP ou da Associação Estadual Filiada). O competidor terá direito de apelação da decisão, desde que esta seja feita por escrito e dentro de um prazo de 24 horas após a formalização da penalidade a ser imposta ao atleta. Esta apelação será julgada pelo Conselho Executivo. Serão considerados infratores:

  • Atletas
  • Patrocinadores
  • Técnicos
  • Organizadores
  • Membros do Staff
  • Pessoas envolvidas diretamente nos Eventos
  • Imprensa

 

Infrações e penalidades:

  • Agressão aos juizes ou membros do staff e vice-versa: R$ 2.000,00 + suspensão automática de 6 a 24 meses
  • Gestos de insultos aos Juizes ou membros do Staff: R$ 800,00
  • Ofensas verbais aos juizes ou superiores: R$ 500,00 à R$ 1.000,00
  • Ofensas verbais na área do evento: R$ 500,00 à R$ 1.000,00
  • Ofensas verbais aos membros do staff: R$ 500,00 à R$ 1.000,00
  • Danos à propriedade do patrocinador: R$ 2.000,00 + custos, podendo ter suspensão em casos graves
  • Surfar na área de competição: R$ 200,00 por onda surfada
  • Ofensas à imprensa: R$ 2.000,00
  • Agressão à imprensa: suspensão automática de 6 a 12 meses + multa de R$ 2.000,00
  • Não atender à imprensa quando solicitado: R$ 250,00
  • Juizes ou membros do staff que não apresentam boa conduta: R$ 1.000,00 + advertência e/ou suspensão em caso de reincidência.
  • Agressão entre atletas – dentro ou fora d´água: R$ 1.000,00 à R$ 2.000,00 + suspensão
  • Agressão verbal entre atletas na área do evento: R$ 500,00
  • Surfar uma onda após o início da bateria seguinte ou anterior à sua, atrapalhando outro competidor e/ou aos juízes: R$ 250,00.
  • No caso de ter cometido duas interferências em uma mesma bateria, o surfista infrator deverá sair da água imediatamente após ser informado que cometeu a sua segunda interferência, ou receberá uma multa de R$200,00 a R$500,00.
  • Surfar ondas acima do limite máximo definido: R$ 100,00 por onda surfada
  • Itens não providenciados pelo organizador do evento para o bom andamento da prova: R$ 500,00por item não providenciado (ver lista a Pág. 90)

 

E – Os membros da ABRASP que forem multados por qualquer motivo só poderão participar dos eventos seguintes mediante o pagamento da multa estabelecida pela entidade.

 

F – As reclamações exacerbadas de pessoas ligadas diretamente a algum atleta (exemplos: patrocinadores, familiares, técnicos, etc…) acarretarão em multa e penalidades ao atleta envolvido.

 

G – Será apenas permitida a presença de fotógrafos e/ou vídeo-makers dentro da água e durante as baterias com:

  • Autorização do Head Judge e do Tour Manager ABRASP;
  • Usando capacetes e cadastrados na assessoria de imprensa da ABRASP.

 

H – As multas aplicadas pelo representante da ABRASP nos eventos regionais homologados deverão ser repassadas para um fundo especial da entidade. O atleta multado, que não quitou o valor devido fica impedido de participar de qualquer evento ABRASP até o pagamento da referida dívida. A entidade filiada que autorizar a inscrição e participação de um atleta em débito com a ABRASP em seu evento, estará automaticamente assumindo esta dívida junto a ABRASP.

REGRAS DE COMPETIÇÃO – EVENTOS ABRASP

 

1 – FORMATO:

A – Nas baterias de 4 surfistas, 50% dos competidores avançam para a fase seguinte. Nas repescagens ou em situações extremas poderão ser classificados de 1 a 3 atletas por bateria.

 

ÁREA DE COMPETIÇÃO

  • A área de competição estará demarcada entre as duas bóias no out-side e/ou duas bandeiras na praia. Qualquer onda surfada fora da área de competição corre o risco de não ser bem avaliada e pontuada. O surfista que optar por surfar uma onda além dessa área não terá direito de protestar.
  • Esta demarcação (Bóias e/ou Bandeiras) também servirá para delimitar a área permitida para o Treino (Free-surf)
  • Ondas não avaliadas fora da área determinada para a competição, não são passiveis de contestação.

 

2 – TEMPO DE BATERIA E REGRAS GERAIS DE COMPETIÇÃO:

 

A – O tempo mínimo de bateria tanto na Divisão de Acesso quanto na Divisão de Elite poderá sofrer alterações de acordo com as condições do mar, tanto para menos quanto para mais. O tempo poderá variar entre 20 e 30 minutos;

 

B – O tempo para as baterias do Evento Principal deverá ser de 20 a 25 minutos, podendo ser alterado de acordo com as condições do mar e cronograma tanto para menos quanto para mais. Esta mesma regra se estende para as semifinais e finais, que poderão ser de 20 até 60 minutos.

 

B1 – O tempo de bateria de um round poderá ser alterado durante a sua realização desde que o Head Judge entenda que não exista condição de se manter a mesma escala de notas e/ou o round for realizado em dois dias diferentes e as condições não permitam a mesma escala de notas.

 

C – As baterias deverão ter seu tempo marcado através de um cronômetro eletrônico e nunca por um relógio analógico.

 

D – A duração oficial das baterias deve ser determinada pelo Head Judge e pelo Tour Manager;

 

E – Todas as baterias deverão começar no “outside”.

 

F – Deverá ser usada uma sirene para iniciar e terminar as baterias. Um toque para iniciar e dois toques para terminar.

 

G – Deverá usar-se um sistema de placas de tempo com dimensão mínima de 2 metros quadrados. Verde para começar a bateria e amarela para indicar os seus cinco minutos finais. Vale lembrar que as placas de tempo são um sistema de auxílio visual aos atletas e que nenhum protesto será aceito por impossibilidade de visualização ou troca de cores.

 

H – O locutor deverá fazer uma contagem regressiva aos cinco segundos do final da bateria. Ao atingir “zero” a mesma encerrar-se-á imediatamente, a placa amarela será abaixada e não deverá aparecer nenhuma placa. O final da bateria ocorrerá no primeiro sinal da sirene. O mesmo ocorrerá ao início de uma bateria, com o primeiro toque da buzina, onde o atleta terá que estar claramente com os dois pés sobre a prancha e com suas mãos tendo neste mesmo momento “deixado as bordas da prancha” para ter sua onda validada. Exceção a esta regra ocorrerá em situações onde as mãos nas bordas caracterizem claramente um “grab-rail” na intenção de entubar. Nesse caso mesmo sem as mãos terem “deixado as bordas da prancha” o atleta terá sua onda validada.

 

I – Nos eventos em que estiver em uso o sistema de prioridade em baterias de quatro atletas um surfista não poderá descer uma onda na área de competição antes do início de sua bateria, caso contrário começará a bateria com a 4ª prioridade ou 2ª no caso de apenas 02 atletas;

 

J – Ao final da bateria, o surfista deverá estar claramente com a posse da onda, fazendo um movimento para levantar-se e com as mãos já tendo deixado as bordas de prancha, para que a onda seja contada;

 

K – Não haverá prorrogação de tempo, uma vez iniciada a bateria. Se a mesma for interrompida por qualquer razão, esta deverá iniciar-se no tempo exato em que foi interrompida até o final pré-estabelecido. Exceção será possível se a bateria, ao ser paralisada estiver sem vantagem para nenhum dos competidores, e pela condição do mar, tornar-se impossível manter-se a mesma escala de notas; outra situação é quando passar mais de 10 MINUTOS do tempo da bateria e nenhum competidor tiver surfado ainda, sem haver vantagem alguma para alguém. Neste caso, poderá haver um reinício da bateria, recomeçando uma nova contagem de tempo.

 

L – O Diretor de Prova e o Tour Manager são as únicas pessoas que poderão dar informações oficiais sobre horários e formação das baterias. Se por acaso alguém, que não eles, passarem informações erradas que causem a perda de uma bateria a algum atleta, não será responsabilidade do evento e nem da ABRASP, ficando o atleta sem condições de protestar.

 

M – Em baterias de quatro competidores, em caso de ausência de um competidor no evento principal (pré-classificados), após o mesmo já ter sido iniciado, a reclassificação não ocorrerá e a bateria será disputada apenas por três surfistas. O atleta ausente terá direito à sua premiação em dinheiro e aos pontos relativos à sua colocação desde que tenha uma justificativa plausível, caso contrário além de perder os pontos e a premiação terá que pagar uma multa de R$500,00 (quinhentos reais).

M1 – O atleta pré-classificado que não comparecer à sua bateria a partir do Round 2, só terá direito à premiação e aos pontos que fizer jus, caso faça o “check in” com o Beach Marshall antes da bateria e que também tenha uma justificativa convincente para o não comparecimento, caso contrário além de perder os pontos e a premiação terá que pagar uma multa de R$500,00 (quinhentos reais).

M2 – Caso haja substituto “ALTERNATE” (na primeira fase apenas), o substituto “ALTERNATE” será convocado assim que a bateria em questão seja autorizada a entrar na água e o atleta anteriormente definido para esta bateria não tenha realizado o “check-in” até este momento.

M3 – Todas as baterias de 04 (quatro) atletas do Round 2 em diante terão seu tempo determinado respeitado em sua totalidade mesmo em situações onde só houver dois atletas. As baterias apenas serão canceladas no Round 1 caso somente dois surfistas compareçam e/ou com confirmação prévia do não comparecimento de algum atleta inscrito.

M4 – Em nenhuma hipótese, depois do cronograma do evento divulgado, assim como a ordem das baterias, haverá mudança em função do não comparecimento de um atleta no horário determinado.

 

N – O check in deverá ser efetuado até o tempo definido pelo Head Judge para a entrada no mar. Caso o mesmo não seja efetuado por um dos atletas e a bateria for autorizada a entrar na água, a bateria será iniciada naturalmente e terá seu período de tempo normal. O outro atleta poderá entrar na água em qualquer tempo da bateria. O W.O. poderá ser concretizado em situações onde haja confirmação da ausência de um dos atletas e/ou em situações onde não haja a possibilidade de substituição por atletas substitutos (alternates).

 

O – Caso um atleta perca por W.O. e tenha um motivo extremamente justificável, o mesmo poderá retornar ao evento pagando outra inscrição. Isto só poderá acontecer exclusivamente durante a 1a fase. Um atleta que já tenha competido e perdido a sua bateria na 1a fase não poderá usufruir deste direito em hipótese alguma.

 

P – Um atleta pré-classificado que perder a sua bateria, seja competindo ou por “ausência na bateria”, jamais poderá retornar a competição.

 

Q – No caso em que as condições do mar não apresentem o tamanho mínimo exigido de 50 cm e haja um consenso entre o Conselho dos atletas, o Tour manager, o “juiz chefe” Head Judge e o Diretor de Prova, o campeonato poderá então:

I – Ser transferido para outro local (mesma praia ou outra) que ofereça melhores condições;

II – Ser transferido para outro horário ou outro dia.

III – No caso do evento ser oficialmente cancelado após esgotarem-se estas alternativas e após o inicio do evento, os pontos e os prêmios disponíveis na última fase disputada deverão ser computados e distribuídos entre os atletas que estiverem classificados para a respectiva fase. Exemplo: O evento cancelado nas oitavas de final, com 08 baterias de dois atletas, todos os 16 envolvidos receberão a pontuação e premiação referentes a nona colocação e o prêmio também referente à nona colocação.

IV – O restante da premiação será destinado à ABRASP, que poderá transformar esse valor em uma bolsa para o atleta campeão no final da temporada.

 

R – Os atletas que se negarem a entrar na disputa por discordarem da decisão da direção de prova do evento perderão a bateria por W.O. perdendo os pontos da referida etapa e a premiação. Qualquer contestação deverá ser feita em tempo hábil – pelo menos 40 minutos – para a convocação de uma reunião para a decisão sobre a continuidade da prova.

 

S – Somente nos eventos do ABRASP TOUR 2016 sancionados, os resultados polêmicos, exclusivamente referentes a interferências poderão voltar atrás, desde que seja comprovado o erro através de um vídeo que o atleta deverá apresentar ao Head Judge com até, no máximo, 30 minutos após o término de sua bateria. A decisão final será do Head Judge em conjunto com o representante da ABRASP presente ao evento, mais os juízes que julgaram a bateria, sendo a decisão final irrevogável e incontestável.

 

T – Revisões de ondas pelo sistema de vídeo só serão permitidas em caso de ondas supostamente perdidas e não avaliadas dentro da área de competição e do tempo oficial da bateria. Nesta circunstância, o resultado ficará indefinido e a será informado oficialmente após decisão oficial dos juízes presentes e mais o representante da ABRASP no evento ao final da respectiva fase.

 

U – Não haverá mais revisão de ondas pelo sistema de vídeo para contestação de nota.

U.1-  No caso de interferência, o atleta que interferiu terá o direito de revisão após solicitação por escrito, caso o Head Judge entenda que a contestação seja pertinente, sendo somente revisto a situação da interferência. Esta revisão ocorrerá apenas mediante disponibilidade de tempo entre uma fase e outra ou ao término do dia de competição e não modifica o resultado final da bateria.
V – Se as condições mostram que os palanques duplos necessitam ser utilizados durante um evento, o representante da ABRASP no evento, o Head Judge, o Diretor de Prova e um Representante dos Surfistas deverá ser consultado. O não cumprimento deste item poderá resultar em multa para o evento.

 

W – Se as condições mostrarem que os palanques duplos precisam ser utilizados, um quadro mínimo com três juizes (com toda a contagem de pontos dos juizes direcionados à média final) será utilizado.

 

X – No caso da divisão em duas estruturas, o sistema de computação será prioritariamente utilizado no palanque principal e, caso seja possível, um sistema auxiliar também será utilizado no segundo palanque. Todos os resultados serão anunciados no palanque principal.

 

3 – MÁXIMO DE ONDAS:

 

A – O número máximo de ondas será definido pelos head judges e o Diretor de Prova. O número máximo de ondas permitido para cada atleta deverá ter uma relação direta com o número de ondas do somatório.

 

O competidor deverá ser informado quando completar sua 8ª onda no caso de 10, na sua 13ª no caso de 15 e na sua 18ª no caso de 20. Se for surfada mais de 10, 15 ou 20 ondas, respectivamente, no tempo limite da bateria o atleta será penalizado com uma multa de R$ 100,00 por onda surfada além do limite estabelecido. Além disso, aquele que permanecer na água após a sua 10ª, 15ª ou 20ª onda, será penalizado com uma interferência nos casos em que:

  1. l) – Desça qualquer onda extra que atrapalhe outro competidor;
  2. ll) – Interfira em qualquer competidor remando ou colocando-se no outside.

 

4 – SOMA DAS ONDAS:

 

A – A soma nas baterias do Evento Principal e nas Triagens é igual. No caso, a maior e a menor nota dada pelos juízes a cada onda são eliminadas, somando-se as três notas intermediárias. Ao final da bateria, deverão ser computadas as 2 (duas) melhores ondas de cada atleta, sendo este formato opcional e facultativo de acordo com a ABRASP e a Direção de Prova. Poderá ser efetuada também a somatória de uma única onda, ou outras opções pré-definidas antes do início do evento. Cabe ao Head Judge, o representante da ABRASP e o Diretor de Prova definir o número de ondas somadas para efeito de classificação nas baterias de cada evento.

 

5 – EMPATES:

 

A – Para baterias onde estiverem sendo selecionadas duas ou mais ondas para definir a classificação, quando houver o empate será utilizada a melhor onda (uma onda). Persistindo o empate segue então para a terceira onda e assim sucessivamente até que haja o desempate.

 

A1 – Para baterias onde estiver sendo computada apenas uma nota para definir a classificação, quando houver empate será utilizada a segunda melhor onda de cada atleta para definir o vencedor. Persistindo o empate serão utilizadas as melhores ondas subsequentes (terceira onda, quarta onda e assim sucessivamente) até que haja o desempate.

 

B – Somente baterias sem condições de desempate irão à água novamente, mediante a autorização do Diretor de Prova.

 

6 – INTERFERÊNCIA:

 

Regra Básica

A – O surfista que estiver na parte interna da onda tem o direito incondicional de surfá-la por toda sua extensão. A interferência será caracterizada se durante o seu trajeto a maioria dos juízes entenderem que um outro competidor lesou efetivamente o potencial de pontos que o surfista que tinha a posse da onda poderia obter.

 

B – Qualquer competidor que se levantar à frente do surfista que estiver com a posse, tem a chance de sair da onda sem estar cometendo interferência a não ser que: ele lese o potencial de pontos a ser atingido pelo surfista mais próximo do pico da onda, incluindo no caso: pressão excessiva na remada, ou mesmo quebrar uma sessão da onda, desde que lese efetivamente o potencial de pontos.

 

C – No caso de ter cometido duas interferências em uma mesma bateria, o surfista infrator deverá sair da água imediatamente após ser informado que cometeu a sua segunda interferência, ou receberá uma multa de R$1.000,00.

 

7 – DIREITO DE PASSAGEM EM BATERIAS DE 4 SURFISTAS E QUANDO NÃO HOUVER PRIORIDADE EM BATERIAS DE 2 SURFISTAS :

 

A posse da onda ou direito de passagem nestas condições vai variar de acordo com os tipos de mar a serem citados a seguir, de acordo com o local onde estiver ocorrendo à competição. É responsabilidade dos juizes e do head judge determinar quem tem a posse ou direito de passagem, baseado na formação da onda, se o maior potencial for para esquerda ou para a direita, independente de quem ficou em pé primeiro. Na maioria das situações, esta condição é que indicará a posse da onda, com exceção para a regra de múltiplos picos (beach break).

 

Se na entrada da onda não for possível determinar o seu lado predominante, o direito de passagem será do surfista que primeiro fizer uma virada definida para a direção que escolher. (executando uma cavada clara e definida para a esquerda ou para a direita).

De acordo com as condições do Mar e particularidades da praia onde estiver sendo realizada a competição, esta definição sofrerá variações como explicadas a seguir:

 

  1. l) POINT BREAK (definição)

 

Point break – São praias que possuem como principal característica seu fundo fixo de pedra. Em dias de swell grande e alinhado, apresenta suas melhores condições para o surf, uma vez que as ondas quebram acompanhando o desenho do fundo, geralmente com uma grande extensão. Outras características desse tipo de fundo de mar é a de formar ondas com uma só direção – “Direitas ou Esquerdas” – e que não fecham abruptamente, possibilitando ao surfista realizar diversos tipos de manobras.

 

Alguns exemplos: Praia do Silveira em Garopaba/SC, Pico de matinhos/PR, fora do Brasil: Kirra na Australia, Jeffrey’s Bay na Africa do Sul,etc.

 

Vale salientar que algumas praias Brasileiras podem ter características de Point Break em decorrência da direção da ondulação e formação das ondas, porém não são classificadas como tal, pois oferecem ocasionalmente duas opções de direção (esquerda e direita), descaracterizando assim a nomenclatura de “point break”. (Ex: Itamambuca/SP, Itaúna/RJ,etc)

 

Quando existir apenas uma direção disponível e qualquer onda quebrar, o surfista na parte interna terá sempre o direito incondicional de surfá-la por toda sua extensão.

 

  1. ll) UM PICO (Fundo de areia, pedra ou coral)

 

Nesta situação, algumas praias Brasileiras ocasionalmente oferecem ondas em formato piramidal (com um centro mais alto e lados que diminuem gradativamente).

 

Se houver um pico único e bem definido com ambas as faces, esquerda e direita disponíveis (tipo triangular), não sendo possível definir claramente o lado de maior potencial, neste caso então, o surfista terá a posse desta onda, desde que esteja claramente na parte mais central deste pico (topo da pirâmide) podendo então escolher qualquer lado.

 

Caso dois surfistas estejam claramente neste mesmo ponto (topo da pirâmide) e no “take off” (momento em que o surfista interrompe a remada e levanta-se da prancha tendo claramente as duas mãos fora das bordas) onde nem à direita, nem à esquerda puderem ser consideradas como ideal, então, a preferência irá para o surfista que primeiro fizer uma virada definida na direção escolhida (executando uma cavada clara para a esquerda ou para a direita).

 

Nesta mesma situação, caso não haja uma distância suficiente para este “take off” seguido de uma virada definida na direção escolhida (executando uma cavada clara para a esquerda ou para a direita), e nenhum surfista tenha claramente definido sua posse prioritária para esta onda, poderá então ser definida uma DUPLA INTERFERÊNCIA.

 

Um segundo surfista poderá surfar na direção oposta. Ele somente poderá cruzar o caminho do primeiro surfista para ganhar o lado oposto do pico sem cometer uma interferência, desde que na opinião da maioria dos juízes ele o faça sem prejudicar efetivamente o potencial de pontos do primeiro surfista que tinha entrado na onda e adquirido a posse prioritária desta onda. Não será permitido cruzamento quando o surfista com a posse da onda gozar da REGRA DE PRIORIDADE.

 

lll) MÚLTIPLOS PICOS AO ACASO (Beach break)

 

Beach Break: São praias com fundo de areia que recebem geralmente ondulações de várias direções ocasionando ondas que se movem ao longo de sua extensão e proporcionam direitas e esquerdas, picos ocasionais e picos separados que eventualmente se encontram em um ponto comum. Sofrem a influência das marés e das correntes de retorno. Esta condição predomina na maioria das praias da costa Brasileira.

 

Nestas condições, a posse poderá variar de acordo com a natureza individual de cada onda.

1 – Com um pico (formato piramidal) vale a regra para UM PICO

  • – Caso dois surfistas estejam claramente neste mesmo ponto (topo da pirâmide),    vale a regra para UM PICO.

 

2 – Com dois picos, existirão casos em que uma ondulação terá dois picos separados – definidos – que se encontrem eventualmente. Embora dois surfistas tenham a posse de seus respectivos picos aquele que ficar em pé primeiro, será considerado como tendo a posse e o segundo deverá dar passagem, saindo da onda ou não, desde que ele não atrapalhe o surfista que subiu primeiro em sua prancha.

 

  • – Se dois surfistas ficarem em pé ao mesmo tempo em picos separados que se encontrarem eventualmente, então:

 

– se ambos derem passagem, indo reto ou saindo da onda, de forma que um não atrapalhe o outro, não haverá qualquer tipo de interferência.

se colidirem ou atrapalharem-se, os juízes darão a interferência ao surfista que tiver sido o agressor.

 

– se nenhum der passagem, aliviando a trajetória ou saindo da onda e ambos assumirem a responsabilidade da colisão será anotado uma interferência dupla.

 

O cruzamento de trajetória será apenas tolerado em situações onde:

1 – Ambos os surfistas após cruzarem-se sigam em direção oposta, sem que um não lese o potencial do outro.

 

2 – Caso um atleta levante-se primeiro (tirando as duas mãos das bordas) e definindo claramente uma direção (direita ou esquerda), desde que esteja ao centro de uma onda com duas direções possíveis e sem uma direção explicitamente predominante, o outro atleta poderá surfar em direção oposta àquela escolhida por seu oponente sem estar cometendo interferência, somente se no momento do cruzamento de trajetória a maioria dos juízes entenderem que o mesmo não lesou o potencial de pontuação do outro, que conquistou o direito de surfar a onda primeiro.

 

3 – Caso ambos levantem-se ao mesmo tempo (tirando as mãos das bordas) e definam direções opostas sem que haja um lado explicitamente predominante (direita ou esquerda) e nesse percurso houver uma colisão será anotada interferência DUPLA. Caso um dê passagem e o outro provoque a colisão, a interferência será anotada para o surfista agressor.

 

  1. SNAKING

 

A – O surfista que estiver com a posse da onda já estabelecida, terá o direito de surfá-la durante sua extensão, mesmo que um outro atleta suba atrás dele em qualquer situação. Os juízes não penalizarão o surfista que estiver com a posse, mesmo que ele esteja na frente do outro competidor.

 

B – Se um surfista não estiver atrapalhando o surfista que detém a posse, então os juízes poderão optar por não penalizar nenhum deles, marcando os pontos para ambos na mesma onda, dependendo do critério adotado.

 

C – Se, na opinião dos juizes, o segundo surfista interferiu no que tinha a posse da onda, fazendo com que o mesmo saia ou perca a onda, então a interferência pode ser aplicada no segundo surfista, mesmo que esteja atrás do primeiro.

 

D – As situações acima são aplicadas em baterias sem prioridade. Nas baterias com prioridade, vigora a regra de prioridade.

 

O SNAKING (serpenteando) é caracterizado quando um atleta não detém a posse da onda e tenta surfá-la ou forjar uma posse para surfá-la, causando algum prejuízo de performance a outro atleta que tenha tido o direito de posse desta onda definido pelos árbitros. O direito de passagem em uma onda sempre será definido por uma regra especifica de acordo com a formação da onda e o posicionamento do atleta em relação a sua parte mais crítica ou sua natureza prioritária (melhor potencial para o lado direito ou esquerdo).

 

09 – INTERFERÊNCIA DE REMADA

 

Em baterias de mais de dois surfistas ou quando não houver prioridade em baterias homem x homem, o surfista que estiver na parte interna da onda não poderá ser excessivamente pressionado por outro surfista. A interferência de remada poderá ser definida se:

 

A – O surfista ofensor fizer contato e forçar ao que está na parte interna da onda a mudar sua direção na remada para pegar a onda, causando a perda de sua trajetória.

 

B – O surfista ofensor quebrar uma seção de onda e esta sessão causar no entendimento da maioria dos juízes a perda do potencial de pontuação daquele que tem o direito de passagem.

 

C – O surfista ao retornar do inside em direção ao outside ficar deliberadamente no caminho de um adversário e lesar explicitamente o potencial de pontos do surfista que vier surfando ou uma colisão acontecer, devendo sempre o atleta que retorna do inside evitar uma rota de colisão.

 

D – Um surfista não poderá se colocar na trajetória do surfista que detém a posse da onda (mais ao centro do pico ou mais na parte interna de uma onda, onde o lado de maior potencial seja considerado aquele em que este atleta está) OBSTRUINDO sua remada e/ou forçando deliberadamente que este surfista altere sua trajetória pré-determinada.

Se na opinião da maioria dos juízes o potencial de pontuação foi lesado, poderá então ser computada interferência de remada.

E – Existem situações onde dois surfistas remam paralelos (lado a lado) em direção ao outside e/ou em busca de um melhor posicionamento no pico onde estejam as melhores ondas. Nestas situações poderá ser aplicada uma interferência de remada se:

(A)- “Interferência Dupla” – Se ambos os atletas apresentarem ação agressiva e antiesportiva, deixando de lado o objetivo específico de buscar um melhor posicionamento para obtenção da posse da onda;

(B) – Se houver explicitamente um agressor, este então (o agressor) poderá ser penalizado com interferência de remada.

 

10 – PENALIDADES DE INTERFERÊNCIA

*Para baterias onde estiver sendo computada apenas uma onda (01 onda somente no somatório) para definir a ordem de classificação:

 

A – Em situação onde não houver sistema que determine a prioridade, se a maioria dos juizes anotarem uma interferência, então a melhor onda do atleta infrator será descontada em 50% do seu valor.

 

B – Caso o atleta cometa uma segunda interferência, deverá sair automaticamente da água após ter sido informado, terminando a bateria sem pontuar, perdendo assim 100 % do valor de sua melhor onda. Caso não saia da água imediatamente após ser informado de sua segunda interferência, receberá uma multa de R$1.000,00.

 

C – Caso haja prioridade alocada e a maioria dos juízes anotar a interferência, então o atleta infrator perderá 70% do valor de sua melhor onda.

 

*Para baterias onde estiverem sendo computadas duas ou mais ondas (02 ondas ou mais no somatório) para definir a classificação:

 

A – Em situações onde não houver sistema de prioridade, se a maioria dos juízes anotarem uma interferência, então a segunda melhor onda (terceira no caso de se somarem as três melhores) do surfista infrator será dividida por dois para efeito de somatória (50%).

 

B – Caso este mesmo atleta cometa uma segunda interferência, será novamente penalizado com a perda de 50% agora sobre sua melhor onda (segunda no caso de se somarem as três melhores). Somando-se as 02 melhores ondas, caso cometa 02 interferências, pontuará com 50% das duas ondas, lembrando que as ondas em que cometeu interferência não serão pontuadas. O surfista que cometer duas ou mais interferências deverá sair da água imediatamente após ser informado, ou receberá uma multa de R$1.000,00.

 

C – Exclusivamente em situações onde ocorrer uma interferência de remada, caso o infrator desça a onda impedindo (bloqueando) seu adversário de surfar esta onda, a penalidade será a perda de 100% dos pontos de sua melhor onda de somatório (no sistema de duas ondas no somatório), seguindo a mesma premissa para outras combinações na soma das ondas.

 

D – Caso haja prioridade alocada e a maioria dos juízes anotarem uma interferência, então esta onda será computada como zero. Além disso, será somada somente sua melhor nota dependendo se no caso estarem somando-se as duas melhores pontuações. Caso ele tenha somente uma onda, então não será somada nenhuma onda. No caso de estarem somando-se as 3 melhores ondas serão somadas então as duas melhores notas. Será utilizado um triângulo sobre a onda na qual o surfista cometeu interferência. Em caso de interferência de remada, o triângulo deverá ficar entre os dois quadros, entre a nota dada à última onda surfada e a seguinte. Deverá haver uma seta indicando em quem e em que onda o surfista cometeu a interferência.

 

E – O Head Judge poderá ser incluído para determinar uma interferência. Nesse caso, mesmo que apenas 2 juízes marquem a infração, ela será considerada.

 

F – O surfista que sofrer a interferência terá a permissão de surfar mais uma onda, além das 10 (ou 12), dentro do tempo normal da bateria. A exceção é um caso de interferência dupla, onde nenhum dos dois recebe a onda adicional. Uma onda extra também será dada ao surfista que for interferido por fotógrafos, seguranças ou por um banhista qualquer.

 

G – Caso o Head Judge, em conjunto com o Diretor de Prova, decida por questão de segurança, que será permitida a presença de um “caddie” (ajudante) com uma prancha extra, este ajudante não poderá surfar nenhuma onda, devendo permanecer afastado de ambos os competidores durante toda a bateria. Caso atrapalhe o outro competidor, o atleta que ele estiver ajudando receberá uma interferência.

 

11 – REGRA DE PRIORIDADE.

A – Nas baterias de dois competidores, o sistema de placa de prioridade irá determinar a posse da onda. O surfista com a primeira prioridade terá o direito incondicional de passagem para ambos os lados da onda que escolher.

 

A.1 – O surfista com a prioridade 01 não poderá ser pressionado excessivamente na remada quando estiver claramente se posicionando para escolher uma onda ou para efetivamente dropá-la.

A.2 – O surfista com a prioridade 01 não poderá ter sua trajetória interferida pelo seu oponente seja para se posicionar melhor no outside, seja para efetivamente se posicionar melhor para descer uma onda, resguardando assim seu direito incondicional de passagem e escolha de onda. Nestas situações poderá ser anotada interferência de prioridade.

O segundo surfista poderá eventualmente pegar a mesma onda daquele que tenha a prioridade, desde que haja uma distância entre ambos e os juízes entenderem que sua entrada e permanência na onda não prejudicaram o potencial de pontos do atleta com a primeira prioridade. Nesta situação específica, os dois surfistas serão avaliados e pontuados normalmente.

B – Tão logo o surfista que tiver a prioridade fique em pé na onda escolhida, o segundo surfista deve parar de remar naquele ponto e dar passagem. Se o segundo surfista remar ou pegar a mesma onda do surfista com a prioridade e isso lesar o potencial de pontuação do mesmo, será então chamada interferência de prioridade.

 

C – O competidor que cometer a interferência perde automaticamente a prioridade.

 

D – Em baterias H X H em caso de interferência o atleta perderá 50% da pontuação de sua segunda melhor onda de somatório (no caso de somarem duas ondas) somente se no momento da interferência não houver prioridade alocada para nenhum dos dois competidores.

 

D.1 – Caso haja prioridade alocada e ocorra uma interferência de prioridade, a onda do infrator será anotada, porém, não será pontuada (0,0). A partir deste momento, o atleta infrator pontuará apenas com uma onda (caso sejam 02 no somatório), perdendo assim, 100% dos pontos em sua 2ª melhor onda pontuada.

Em situações onde o atleta tenha apenas uma onda computada e na onda posterior cometa uma interferência:

  1. Caso haja prioridade alocada neste momento da bateria, ele perderá 100% de sua única onda computada, uma vez que a onda em que cometeu a interferência não é pontuada.
  2. Caso não haja prioridade alocada, ele perderá 50% de sua única onda.

E – Se em uma situação que o surfista que não tem a primeira prioridade vier surfando uma onda e o atleta que detém a primeira prioridade remar e entrar nesta mesma onda, para o mesmo lado; então, o surfista que vinha surfando antes, mas não tinha a prioridade adquirida, deverá sair imediatamente, sem lesar em hipótese alguma o potencial de pontos daquele que tem a prioridade, caso contrário cometerá interferência.

 

F – Se um surfista que não tem a primeira prioridade vier surfando uma onda e o atleta que detém a primeira prioridade remar e não conseguir entrar na onda, este perderá imediatamente a primeira prioridade. Poderá eventualmente recuperar a 1ª prioridade caso consiga atingir primeiro a linha de outside ou a boia de prioridade.

 

G – Se o surfista, ao se dirigir para a linha de arrebentação, ficar no caminho de um adversário e uma colisão acontecer, a decisão será dos juízes, avaliando se a colisão foi proposital ou não, ficando este surfista sujeito a cometer interferência.

 

H – O Juiz de Prioridade será a referência da prioridade, usando placas coloridas que correspondem às cores ou ordem numérica das camisetas usadas pelos surfistas da bateria, para a indicação da prioridade. O Sistema de Placas será o indicativo principal da regra de prioridade, sendo a locução o sistema auxiliar. Os dois atletas entram em condições de igualdade na água, prevalecendo até que a primeira onda seja surfada na bateria o critério normal de interferência.

A partir do momento em que a primeira onda é surfada, o surfista oponente passará a ter automaticamente a primeira prioridade a não ser que um dos competidores surfe uma onda antes do início de bateria. Se isto acontecer, então seu oponente começará a bateria automaticamente com a primeira prioridade.

 

Ao início de baterias onde vigorem a regra de prioridade, e nenhum dos atletas possua a prioridade um (P1), caso ambos os surfistas surfem uma mesma onda para lados opostos e ao retornarem para o outside atinjam a linha imaginária de prioridade ao mesmo tempo, a bateria poderá seguir sem prioridade, apesar de os dois atletas já terem surfado uma onda.

 

H.1 – Deverá ser colocada, sempre que possível, uma bóia no outside para que seja definida efetivamente a prioridade, caso contrário à linha de outside (imaginária) será a referência. Após ser definida a linha de outside imaginária, esta será mantida até o final da bateria. O surfista que não a atingir, segundo determinação do juiz de prioridade, não obterá a prioridade.

 

H.2 – A definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.

I – A prioridade da onda é indicada pelo Juiz de Prioridade ou pelo Head Judge, definida pela placa que corresponde à cor ou a ordem numérica da camiseta de competição do surfista. Se nenhum dos dois tiver a prioridade da onda, não será mostrada nenhuma cor ou ordem numérica na placa e a regra de interferência é que determinará a posse da onda.

 

J – A interferência de prioridade poderá ser acionada unicamente pelo Juiz de Prioridade ou pelo Head Judge, apenas se a maioria (3 dos 5) juízes atuantes na bateria não virem o incidente. A penalidade será a perda de 100% dos pontos da 2ª melhor onda de somatório e assim subsequentemente na ocorrência de uma segunda interferência.

 

L – Em todos os casos que houver problemas com o sistema visual de prioridade, o Head Judge terá a responsabilidade pela interpretação de cada caso.

L.1 – Em situações onde o atleta possuidor da prioridade abandone a área de “take-off” dirigindo-se para o inside e o juiz de Prioridade entenda esta ação como secundária a intenção de escolha de ondas, o atleta será advertido pela locução. Caso permaneça na mesma “zona”, poderá perder o status de prioridade (1,2,3 ou 4).

L.2 – Posicionamento para escolha da onda (mesmo sem remada expressiva) onde um outro atleta sem prioridade ou com prioridade inferior a sua também esteja posicionado para a mesma ondulação e onde o Juiz de prioridade entenda que o mesmo utilizou este posicionamento para impedir a utilização “secundária” do direito de surfar determinada onda.

 

M – Um surfista não pode perder a segunda prioridade remando. Se o surfista conseguir pegar uma onda e suas mãos deixarem as bordas da prancha à medida que tentar ficar de pé, aí então perderá a segunda prioridade.

 

N – Se um surfista com prioridade estiver posicionado mais no fundo que seu oponente (outside), remar para uma onda e perdê-la, o surfista que estiver mais no raso (inside) poderá então remar para a mesma onda e surfá-la.

 

O – Se o surfista que estiver mais no raso (inside) possuir a segunda prioridade e seu oponente – que possui a prioridade um – remar para a onda e perdê-la, o surfista do inside assume automaticamente a primeira prioridade. Se este também remar na mesma onda e não conseguir surfar a onda, ele também terá perdido a prioridade. Vale dizer que ambos os surfistas terão perdido a prioridade, embora apenas uma onda tenha passado e não haja tempo suficiente para mudança de placa de prioridade.

  • Se pararem de remar na mesma linha e ao mesmo tempo, a P1 vai para o atleta com a P2, pois o atleta com a P2 apenas a perderia surfando a onda nesta situação (tirando as mãos da borda).
  • Caso o atleta com a P2 ultrapasse de forma clara o ponto onde o atleta P1 parou de remar, ele terá também perdido a prioridade que acabara de adquirir, retornando assim para o seu oponente.
  • A prioridade um (P1) também voltará para o surfista que a possuía anteriormente a situação de remada definida acima, desde que o juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria, definirem que esse atleta continue na linha de outside imaginária e o seu oponente ainda não a tenha atingido.
  • Caso contrário, a bateria ficará sem prioridade até que um dos dois atletas atinja primeiro essa linha. Lembrando que a definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.

 

P – Quando não houver prioridade, a regra de interferência determinará a posse da onda. Ambos os surfistas poderão surfar em direções opostas, desde que um não interfira no outro.

 

Q – Iniciada a bateria, a bóia deverá ser usada até o seu final, a não ser que correntes ou ondas a arrastem para uma situação impraticável. Neste caso, o juiz de prioridade apontará a prioridade baseado em quem atingir primeiro a linha do outside. A definição dessa linha de outside imaginária será do juiz de prioridade, em conjunto com os juízes da bateria em questão e será definida pelo ponto de vista e ângulo de visão do centro técnico, sendo esta soberana.

 

R – Se os dois surfistas atingirem ao mesmo tempo a linha do outside, a prioridade será do atleta que não tinha a prioridade um (P1) anteriormente.

 

S – Em momento algum a regra de prioridade poderá ser suspensa da competição homem a homem, seja ela alocada pela bóia de prioridade ou linha de outside.

S.1 – O Atleta que surfar a mesma onda de um atleta que detenha a prioridade, seja no mesmo sentido ou em sentido oposto, caso pela interpretação das regras não se caracterize uma interferência, esta onda será computada como 0,0 (Zero).

 

T – No caso em que as condições de visibilidade e do mar não permitirem ao juiz de prioridade determinar quem remou em volta da boia de prioridade ou atingiu a linha imaginária de outside primeiro, então nenhuma prioridade será dada. Poderá então a bateria seguir “sem prioridade alocada” e uma vez que a primeira onda dali em diante for surfada o segundo surfista terá a prioridade um (P1) automática para qualquer onda que ele escolher.

T.1 – O atleta que fizer o check-in atrasado e entrar na água posteriormente ao início da contagem de tempo regulamentar da bateria, atingindo a linha de outside (take off) adquirirá a prioridade disponível naquele exato momento (1,2,3 ou 4).

 

U – No caso em que o head judge e os juízes da prova entenderem que o surfista que tem a prioridade Um (P1), remou na frente do outro surfista para deliberadamente impedi-lo de pegar uma onda, ele perderá a prioridade.

U.1 – O surfista também perderá a prioridade se na opinião dos Juízes e do Juiz de prioridade, ele se colocar na onda remando ou não, porém se posicionando para bloquear ou evitar que o seu oponente pegue aquela onda, sem que se defina objetivamente o uso da prioridade para a escolha pessoal desta onda.

 

V – A Regra de Prioridade terá validade somente após um atleta ter surfado uma onda, seja no início da bateria (sinal sonoro) ou quando antes da mesma começar um dos atletas surfar uma onda. Salvo quando houver autorização prévia para que surfem antes do início oficial da bateria.

 

W – Ao término da bateria (zero da contagem regressiva) a regra de prioridade deixa de existir. Sendo assim, mesmo que um atleta que não tenha a prioridade na onda venha surfando uma onda e no percurso dessa onda, a bateria tenha terminado, vale dizer que apesar da bateria estar encerrada, o atleta tem o direito de surfar a onda até o final. E caso outro atleta entre nessa onda lesando o potencial de pontuação, mesmo que este atleta ofensor detivesse a prioridade 01 na bateria, estará cometendo interferência, pois após o término da bateria, a regra de prioridade deixa de vigorar e vale o direito de passagem para o atleta que vinha surfando anteriormente.

 

X – Quando não houver bóia de prioridade e a Prioridade for alocada pelo outside será de responsabilidade do Head Judge em conjunto com o Juiz de Prioridade definir esta linha imaginária, podendo, assim, a bateria ficar sem prioridade caso ambos os surfistas não atinjam esta linha.

 

Y – Quando o atleta que possui a prioridade 01 remar e não conseguir entrar na onda, caso seu oponente ainda não tenha obtido a prioridade 02, a prioridade 01 retorna automaticamente para o atleta que já a possuía, desde que o mesmo tenha atingido novamente a linha determinada pelo juiz de prioridade, antes de seu oponente. Exceção a esta regra ocorrerá em situações onde o surfista que não possuía a P2 já tenha atingido a Linha de Outside definida pelo juiz de prioridade e onde não tenha havido tempo hábil para a locução anunciá-la. Nesta situação, apesar de ainda não ter sido anunciada a P2, em detrimento do atleta com a P1 ter remado e perdido seu status, a prioridade P1 segue direto para seu oponente.

 

Y1 – O Atleta que possuir a P1 tem o direito incondicional de remar para uma ondulação (onda) que escolher sem que seu adversário se posicione em sua trajetória impedindo-o de buscar o melhor posicionamento para surfar esta onda, caso isto ocorra, poderão os juizes determinar a aplicação de uma interferência de prioridade mesmo que nenhum dos dois surfem a onda.

 

Y2 – A prioridade (P1), delega ao atleta que a detém, o direito incondicional para a escolha de uma onda. O direito incondicional de escolha de onda (P1) torna-se nulo, quando na opinião da maioria dos juizes o atleta usa este direito para impedir que o atleta com a P2 possa escolher ondas secundárias. Nestas situações, poderá o atleta com a P1 ser penalizado com a perda de seu status de prioridade.

Z – Em casos onde o Head Judge, em conjunto com os juizes da bateria e o juiz de prioridade, entenderem que houve uma possibilidade de falha no sistema de alocação de prioridade, e esta possibilidade de falha tenha trazido prejuízo para algum competidor, desde que aja um protesto formal escrito pela parte que se sente lesada, o resultado oficial da bateria ficará “sob judice”, e uma comissão extraordinária, composta pelo Diretor de Prova, o representante da Abrasp e um representante dos atletas, será convocada para deliberar em conjunto com o staff técnico.

 

Somente serão aceitos protestos em situações que tiverem sido registradas pelo sistema de vídeo do centro técnico e/ou outras gravações com ótima definição de imagem. Uma vez tomada a decisão pelo Staff Técnico, em conjunto com a comissão extraordinária, esse resultado será incontestável e irrevogável.

 

 

12 – REGRA DE PRIORIDADE EM BATERIAS COM 04 ATLETAS

 

 

  • Nas baterias de QUATRO competidores, o sistema de placas de prioridade irá determinar a posse da onda.
  • SERÃO DEFINIDAS PELAS CORES DAS CAMISETAS E/OU PELA ORDEM NUMÉRICA: 01,02,03 E 04.
  • Toda Bateria de 04 Atletas com Prioridade inicia sem prioridade alocada para nenhum dos atletas e até que uma primeira onda seja computada para um ou mais atletas, a regra que vigora é a REGRA SIMPLES DE INTERFERÊNCIA que terá variações de interpretação de acordo com o tipo de onda onde estiver acontecendo a competição (Point Break, Múltiplos Picos, Beach Break,Um Pico,etc)
  • Uma vez que um atleta ou mais abram a contagem (tirando as mãos das bordas com os dois pés sobre a prancha ou em drop de grab-rail), a partir deste momento começa efetivamente a ALOCAÇÂO de PRIORIDADE PARA OS QUATRO ATLETAS.
  • Caso apenas UM SURFISTA inicie a contagem de pontos, este retornará ao outside e chegando lá terá a sua cor ALOCADA na 4ª PRIORIDADE. Vale dizer que os outros TRÊS ATLETAS conquistam a prioridade sobre o atleta com a prioridade 4 e entre eles seguem a disputa pela regra simples de prioridade.
  • Quando os outros TRÊS SURFISTAS abrirem suas respectivas contagens de onda (1ª onda surfada) o surfista que detinha a PRIORIDADE QUATRO passa automaticamente para a PRIORIDADE UM ou avança para a PRIORIDADE TRÊS ou DOIS sucessivamente na sequência em que seus adversários utilizarem suas primeiras ondas na disputa.
  • A partir do momento em que três atletas já surfaram e a primeira prioridade for alocada, o atleta com a primeira prioridade, apesar de ainda não ter surfado, poderá a partir de agora, perder a prioridade ao remar para uma onda e não conseguir descê-la.
  • Uma vez alocada prioridades de 01 a 04; o Surfista com a primeira prioridade (01) possui prioridade sobre os outros três atletas, o atleta com a segunda (02), tem prioridade sobre os atletas com a terceira e quarta e subsequente o atleta com a terceira prioridade (03) possuí prioridade somente sobre o atleta com a quarta (04).
  • A alternância das prioridades segue uma escala numérica crescente (04-01), porém um atleta com a prioridade 04 pode avançar para a prioridade 01 automaticamente em situações onde os outros 03 atletas utilizem ao mesmo tempo suas prioridades, seja descendo uma onda ou em remadas que caracterizem a perda da mesma.
  • UMA VEZ ALOCADA PRIORIDADE NA BATERIA, ESTE SISTEMA VIGORARÁ ATÉ SEU FINAL E SEGUINDO A ALTERNÂNCIA INDICADA PELO JUÍZ DE PRIORIDADE EM CONJUNTO COM O SISTEMA DE PLACAS (LED ou SIMILAR) QUE INDICARA AS CORES E/OU A ORDEM NUMÉRICA DA PRIORIDADE DE 01 A 04.
  • O surfista com a prioridade terá o direito incondicional de passagem para ambos os lados da onda que escolher. Poderá fazer uso de sua prioridade única e exclusivamente para escolher uma onda que lhe convier e em hipótese alguma para impedir que outro atleta tenha um direito secundário de escolha desta mesma onda caso ele decida não surfa-la. Nesta situação, se o JUIZ DE PRIORIDADE em Conjunto com os outros Juízes entender a utilização inadequada da prioridade, este atleta poderá PERDÊ-LA.
  • VALE RESSALTAR que o atleta com a prioridade tem direito incondicional de passagem para ambos os lados da onda que escolher, este direito delega a ele o direito secundário de remada e posicionamento adequado para a execução do “take off”. É atribuição do Juiz de Prioridade definir a utilização adequada deste direito, para uso único e exclusivo de escolha de onda. Poderá perder a prioridade remando sem que haja efetivamente descido uma onda nas seguintes situações:
  • Remada excessiva em direção à praia já estando na face da onda sem conseguir dropá-la;
  • Remada deliberada onde caracterize a ação para impedir que outro atleta possa fazer um take off e/ou escolha secundária de possuir a onda;
  • “Wipeout” (queda brusca) por posicionar-se excessivamente na parte interna da onda mesmo que neste caso, não haja o ato de remar excessivamente e que esta ação possa caracterizar o ato de impedir outro atleta de descer a onda.

 

  • Caberá única e exclusivamente ao Juiz de Prioridade (que contará com o auxilio dos demais juízes e do Head Judge) a definição da posse ou perda do direito de prioridade, que será definido pelo ângulo de visão do palanque técnico e posteriormente sinalizado pelo sistema vigente no evento (painel de Led ou similar), será a locução ferramenta secundária para informar ao atleta seu status referente à prioridade. A decisão do Juiz de Prioridade é soberana.
  • Um segundo surfista poderá eventualmente remar e até pegar a mesma onda daquele surfista que tenha a primeira prioridade desde que os juízes entenderem que a sua entrada e permanência na onda não prejudicaram efetivamente o potencial de pontos do atleta com a primeira prioridade, independentemente da distância que exista entre eles. Tão logo o surfista que tiver a primeira prioridade fique em pé na onda escolhida, o segundo surfista deve parar de remar naquele ponto e dar passagem. Se o segundo surfista remar ou pegar a mesma onda do surfista com a primeira prioridade e isso lesar efetivamente o potencial de pontuação do mesmo, será chamada uma interferência de prioridade.
  • QUANDO HOUVER PRIORIDADE ALOCADA, NÃO SERÁ PERMITIDO O CRUZAMENTO DE TRAJETÓRIA.
  • O competidor que cometer a interferência perde automaticamente a sua prioridade (1ª,2ª ou 3ª).
  • Em baterias 04 ATLETAS COM PRIORIDADE em caso de interferência, o atleta infrator perde 50% da pontuação da sua segunda melhor onda de somatório (no caso de somarem as duas melhores) somente se no momento da interferência não houver prioridade alocada para o atleta interferido. (Ex: 02 atletas retornando para o “outside” e sem ainda terem conquistado novamente suas respectivas prioridades, disputarem uma mesma onda e uma interferência ocorrer).
  • Caso o atleta interferido detenha a PRIORIDADE, o atleta INFRATOR perderá 100% de sua segunda melhor onda. Caso cometa uma segunda interferência deverá retira-se imediatamente de dentro d’água (sem somar nenhuma onda, no caso de 02 ondas no somatório), estando sujeito a outras penalidades caso não o faça.
  • Em situações onde 02 surfistas iniciem a bateria e os outros 02 ainda não tenham surfado, define-se que estes 02 que estão no outside detém simultaneamente as prioridades 1 e 2. Caso desçam uma mesma onda ao mesmo tempo para lados opostos e saiam desta onda e atinjam o outside novamente sem que seja possível definir quem chegou primeiro (apesar da raramente ocorrer), poderá a prioridade 01 ser alocada pelo seeding do atleta (maior sobre o menor) ou ainda nenhuma prioridade ser alocada, continuando os 02 atletas sem prioridade de um sobre o outro, porém com prioridade sobre os outros 2 atletas que retornam do inside.

 

CRITÉRIO DE JULGAMENTO

 

“O surfista deverá desenvolver a sua performance nas baterias, dentro dos conceitos chaves do Critério de Julgamento da ABRASP para maximizar o seu potencial de pontos.”

Os juízes analisam os seguintes conceitos chaves quando avaliam e pontuam as ondas surfadas em uma bateria:

– Compromisso e grau de dificuldade das manobras
– Manobras inovadoras e progressivas
– Combinação das principais manobras
– Variedade de manobras
– Velocidade, pressão e fluidez.

É importante frisar que a ênfase em determinados conceitos deste critério depende muito do local e das condições apresentadas, bem como das mudanças nas condições do mar durante o dia.

Escala utilizada:
0,1-1,9 = Ruim
2,0-3,9 = Fraco
4,0-5,9 = Regular
6,0-7,9 = Bom
8,0-10,0 = Excelente

13 – ÁREA DOS COMPETIDORES (PROIBIDO FUMAR E BEBER ÁLCOOL DURANTE A COMPETIÇÃO)

 

A – Todos os eventos devem ter uma área específica para os competidores bem segura e ampla para relaxamento e armazenamento do equipamento, com vista para área de competição. Deverão ser fornecidos no mínimo 60 litros de água potável por dia aos atletas.

 

B – É atribuição dos seguranças de água, junto com os representantes da associação local, fazerem todos os esforços razoáveis para limpar a área do campeonato pelo menos uma hora antes da competição começar, para uso exclusivo dos competidores.

 

C – A competição não pode começar antes das 07h00min ou uma hora depois da luz do dia clarear ou qual acontecer mais tarde.

 

14 – AVISOS

 

A – Os locutores devem entender as regras básicas e critérios de julgamento e nunca podem anunciar dados aproximados ou opiniões sobre julgamento, além de obrigatoriamente portar um cronômetro DIGITAL próprio, para marcação auxiliar do tempo das baterias.

 

B – O Chefe de Juízes tem o direito de ignorar o silêncio enquanto o staff de televisão estiver fazendo entrevistas e pode dizer aos locutores para fazerem a chamada de tempo e das notas obtidas, durante as entrevistas. É imperativo que os eventos forneçam áreas de entrevistas em locações com som baixo ou no caso das entrevistas na praia, que o staff de TV o façam longe dos alto-falantes. Os surfistas competindo na água sempre terão prioridade.

 

C – Os resultados das baterias para os eventos do ABRASP TOUR 2016 serão anunciados em uma proporção de pontos perdidos/ganhos, (ex.24.6 – 20.75, etc…). Durante a bateria o locutor não deve anunciar os pontos computadorizados ou a média da onda até todas as notas dos jurados entrarem no sistema.

 

D – Em todas as baterias, incluindo as finais, as notas computadas devem ser anunciadas durante o decorrer de toda a bateria.

 

E – Se o locutor anunciar uma nota e esta estiver errada, seja devido a algum erro de anotação por parte dos juízes ou mesmo falha na leitura da mesma, uma retificação deverá ser feita e os surfistas não terão direito a protesto.

 

  1. REGULAMENTO DE CONTROLE DE DOPAGEM DA CBS

Quando algum evento fizer exame antidoping serão seguidas as regras de Controle de Dopagem da CBS (Confederação Brasileira de Surf)

  1. PESSOAL SUGERIDO PARA OS EVENTOS

 

COORDENADOR DE PROVA

Para a criação e controle da prova conforme decidido pelos patrocinadores do evento; para a preparação da forma e esquema do evento e para assegurar que todos estejam contribuindo para o mesmo, procedendo às tarefas designadas. Reporta-se diretamente aos patrocinadores da prova e vincula-se ao Diretor Executivo da ABRASP.

 

DIRETOR DE PROVA

Para assegurar o aspecto de surf dos eventos processados em planejamento, de acordo com as regras e no sentido em que o pessoal não esteja procedendo a quaisquer erros. Reporta-se ao Coordenador da Prova e trabalha em conjunto com o Representante da ABRASP.

 

TOUR MANAGER

Para supervisionar todos os eventos do ABRASP Tour, assegurando todos os aspectos técnicos incluídos no Livro de Regras, inscrição, horários de competição, pré-classificação, formação de baterias, pontuação no ranking, tratamento dado ao staff e aos atletas, bem como efetuar toda a parte contábil e de encargos constantes nos Contratos de Compromisso. Reporta-se diretamente ao Coordenador de Prova e ao Diretor de Prova. Mantém estreito contato com a Assessoria de Imprensa. Também tem acesso direto à direção técnica.

 

RELAÇÕES PÚBLICAS/ASSESSORIA DE IMPRENSA

Para uso das informações recolhidas no local, juntamente com as informações providenciadas pelo Tour Manager da ABRASP para criar, tanto quanto possível, matérias de interesse geral para a mídia. Para seguir como elemento de ligação entre a Diretoria do Evento e suas decisões e a mídia presente. Para coletar material para o boletim mensal da ABRASP e para orientar a imprensa sobre os diversos aspectos da competição.

 

LOCUTOR CHEFE

Sua tarefa é levar as informações do evento aos espectadores em forma de entretenimento e instrução, recebendo do locutor assistente informações sobre o surf, biografia e marcação computadorizada de pontos. Reporta-se ao Head Judge e ao Diretor de Prova, trabalhando com o Representante do Tour ABRASP para informações sobre o campeonato. Deverá obrigatoriamente portar um cronômetro DIGITAL próprio, para marcação auxiliar do tempo das baterias.

 

HEAD JUDGE

Para reunir uma equipe de juízes locais de qualificação e para treinamento destes juízes e para operação no terminal de computação do juiz chefe ABRASP. Reporta-se ao Diretor de Provas e trabalha em colaboração com os juízes oficiais da ABRASP, o Tour Manager e o Diretor Técnico. Qualquer membro do Staff Técnico deverá dirigir suas solicitações e/ou reclamações somente ao Head Judge ou aos diretores técnicos da ABRASP, sob pena de advertência em primeira instância e posteriormente suspensão do quadro técnico.

 

SPOTTER

Para auxiliar o quadro de juízes e o juiz chefe na chamada de ondas. Reporta-se ao Head Judge. Devem ser convocados indivíduos que já atuem como juízes em competições de Surf e detenham conhecimento global das regras. Serão indicados pela Federação Estadual, em parceria com a Associação Local, que responderão solidariamente por sua atuação.

 

CORPO DE JUÍZES OFICIAIS

Os juízes da ABRASP, coordenados pelo Head Judge oficial que estabelece as interpretações tanto das regras de interferência quanto dos critérios de julgamento. Proporciona uma uniformidade na tomada de decisões de evento a evento e no caso de controvérsias quanto às regras. O Head Judge oficial e um outro juiz nomeado podem atuar como referência no evento. Os juízes oficiais reportam-se ao Head Judge e ao Diretor Técnico da ABRASP.

 

CORPO DE JUÍZES LOCAIS

Selecionado pelo Head Judge como os melhores talentos locais para inclusão no corpo de juizes oficiais. Reporta-se ao Head Judge e ao Diretor Técnico da ABRASP e recebe assistência dos juízes oficiais.

 

FILMAGEM TÉCNICA

É um serviço auxiliar ao julgamento, dependendo de duas pessoas: Uma para a captação das ondas e outra para apoio e seleção das ondas para a comissão técnica. Auxilia na solução das principais dúvidas referente ao julgamento, servindo ainda de apoio para as reuniões técnicas.

 

OFICIAL DE PRAIA

Assegura que todos os competidores sejam notificados quanto às suas baterias, tenham suas cores de camisetas confirmadas e sejam informados sobre as regras da prova. Uma forma simples de assegurar que os surfistas sejam orientados com todas as regras é proporcionar ao oficial de praia um cartão detalhando as informações a seguir, que o mesmo, então, utilizará em suas orientações: tempo de bateria, número de ondas para a marcação de pontos, número máximo de ondas, descrição das cores das bandeiras e toques de sirene. Mostrar os diagramas de interferência, quando se deve remar ao outside e onde aguardar para o início de bateria. Reporta-se ao Diretor de Prova e recebe instruções quanto aos critérios e normas de arbitragem do Diretor Técnico da ABRASP ou do Tour Manager da ABRASP. Devem ser convocados indivíduos que detenham conhecimento global das regras. Serão indicados pela Federação Estadual, em parceria com a Associação Local, que responderão solidariamente por sua atuação.

 

EQUIPE DE PRAIA

Para ajudar e preparar o local do evento e para colocação diária da bóia de prioridade e das bóias promocionais do evento. Reporta-se ao Diretor de Provas para ajustes e ao Coordenador de Prova para os aspectos promocionais.

 

SEGURANÇA

Para manter a área de competição e as áreas oficiais livres da entrada de pessoas não autorizadas e espectadores e para manter seguro o local. Reporta-se ao Diretor de Prova.

 

SISTEMA DE COMPUTAÇÃO

Trabalha com os terminais para digitação das notas que entram diretamente no sistema, possibilitando a divulgação das notas e médias dos surfistas após cada onda surfada; serviço de mala direta dos atletas e outros serviços prestados pelo sistema de computação da ABRASP.

 

15. EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS OBRIGATÓRIOS PARA OS EVENTOS SANCIONADOS PELA ABRASP

 

Relação de equipamentos que não são fornecidos pela ABRASP e são necessários para processar-se um evento bem sucedido. Fica o organizador do evento sancionado pelo ABRASP obrigado a pagar a multa de R$ 500,00 por item não providenciado nesta relação.

 

  1. Palanque. Necessita de passagem atrás dos juízes para o head judge. Deverão ter cinco divisões para os juízes, head judge e locução. Além de ter um sistema eficiente de proteção contra intempéries.
  2. Arquibancada para uso dos espectadores.
  3. Gerador, como sistema de força de apoio – sistema de som para anunciar aos competidores e ao público.
  4. Telefones.
  5. Mesas.
  6. Cadeiras confortáveis.
  7. Quadro de pontos de andamento. Para ilustração gráfica do andamento da prova e para a colocação dos resultados vigentes.
  8. Barracas e guarda-sóis. Para uso dos juízes, atletas, convidados e outros oficiais, podendo ser usados na área dos competidores.
  9. Banheiros portáteis, sendo que um exclusivo e próximo para a comissão técnica.
  10. Conjunto para primeiros-socorros.
  11. Placas de tempo (verde e amarela). Tamanho mínimo de 2m². Com sistema de fácil manuseio por dentro do palanque.
  12. Placas de prioridade. Tamanho mínimo de 2m². Com sistema de fácil manuseio por dentro do palanque.
  13. Coletes de competição. Mínimo de quatro conjuntos de quatro cores (preto, amarelo, branco e vermelho), feitas de tecido elástico (lycra) e com manga curta.
  14. Cronômetro eletrônico / Bateria de automóvel para o “timer”.
  15. Buzina a ar ou outro sistema de alarme.
  16. Pranchetas.
  17. Canetas e lápis diversos.
  18. Energia elétrica ininterrupta para o computador da ABRASP.
  19. Fotocopiadora.
  20. Aparelhos de fax.
  21. Espaço (sala) exclusiva para a ABRASP (Diretor de Prova e Tour Manager), com Internet e linha telefônica.
  22. Disponibilidade de água na área de julgamento.
  23. Lixeira na área de julgamento com saco plástico e sua efetiva manutenção.
  24. Link de Internet com pelo menos 1mb de upload / download
  25. Ambulância

DIRETORIA DA ABRASP BIÊNIO 2015/2016

 

Presidente Estevão Célio de Moura Neto (Dunga Neto)
Vice-presidente Paulo Motta
Diretor Executivo Pedro Falcão
Direção Técnica Paulo Motta e Marcelo Nunes
Tour Manager Klaus Kaiser
Diretor Tesoureiro Marcelo Rolim de Andrade
Assessoria de Imprensa João Carvalho
Assessoria Jurídica Rocco Maranhão
Secretária Mariah de Souza Guedes

 

CONSELHO EXECUTIVO DA ABRASP

 

REPRESENTANTE DOS SURFISTAS REPRESENTANTES DAS ASSOCIAÇÕES
Bruno Galini FESERJ / RJ
Bino Lopes FP Surf / SP
Rudá Carvalho ANS
Renato Galvão FECASURF / SC
Alan Donato
 

 

ENDEREÇO:

RJ – RUA DESEMBARGADOR BURLE, 116/301 – HUMAITÁ

RIO DE JANEIRO/RJ – CEP: 22.271-060

TEL: (21) 2235-1039

e-mail: pedrof@abrasp.com

Home page: http://www.abrasp.com

 

 

 

Endereço das Federações e Associações que fazem parte do Conselho Executivo

 

 

Federação Paulista de Surf – FPS

Rua:Conselheiro Joao Alfredo, 372  Cep 11.015.220Santos -SP. Tel : 13  32734319

E-mail : Fpsurf@bignet.com.br  fps@fpsurf.com.br

 

Federação Catarinense de Surf – FECASURF

Rua Comandante José Ricardo Nunes 79

Capoeiras – Florianópolis/SC – 88000.000

Tel: 48 – 32441880 (sede da FECASURF)

E-mail: fecasurf@fecasurf.com.br

 

Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro – FESERJ

Rua Sen. Rui Carneiro, 8 – Parte

Recreio dos Bandeirantes – Rio de Janeiro/RJ – 22790-650

Tel: 21 – 2490-0754 (Valeria Neves)

E-mail: abiliobhf@hotmail.com

 

Liga Rio-grandense de Surf – LRS

Rua Carlos de Souza 590

Bairro Igra – Torres/RS – 95560.000

Tel: 51 – 9876 1418 (Carlos Freitas)

E-mail: ligarssurf@gmail.com